TRADUTOR

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Contos ao JI de Alfarazes

As crianças do JI de Alfarazes assistiram à leitura de dois livros: o primeiro foi "O nascimento da Lua" de Coby Hol que mostra as diferentes fases da Lua e o segundo foi "Um bicho estranho" de Mon Daporta e Óscar Villán que permitiu às crianças descobrir, aos poucos, o animal em questão. Para se divertirem, foi também entregue uma folha com alguns animais para recortar e reconstruir com "bichos estranhos".

Metas @ ler: "As fadas verdes" - Alfarazes

Os alunos do 3º ano da Escola de Alfarazes assistiram e participaram na leitura do livro "As fadas verdes" de Matilde Rosa Araújo. Sob o tema geral da Natureza, os poemas abordam diferentes aspetos e foram lidos por todos os alunos de forma muito dedicada. Viram as diferentes formas de construção dos poemas com estrofes de número de versos diferente. 


Metas @ ler: "História com recadinho" - Alfarazes

Os alunos do 4º ano da Escola de Alfarazes assistiram à leitura da "História com recadinho" da Luísa Dacosta. Depois da leitura, falámos dos sentidos e ensinamentos da história, tendo os alunos percebido que, muitas vezes, a aparência nada significa e que não devemos julgar sem conhecer.


sexta-feira, 25 de maio de 2018

Resultados da oficina de escrita - "eu, na pele de outro"

Como resultado da terceira sessão da oficina de escrita orientada pelo Luís Chaves e promovida pela BMEL no âmbito do projeto Terra da Escrita, os alunos do 7ºD criaram textos originais em que se colocaram na "pele" de um ser ou objeto. O resultado deste trabalho é aqui apresentado:

A viagem
Vinha eu bem apertadinho numa caixa branca e retangular e, chegando ao meu destino, fui colocado numa prateleira de vidro com luzes que faziam resplandecer a minha capa rosa, mesmo à entrada da loja. Eu era uma das melhores tecnologias que lá havia.
Passado algum tempo, depois de tanto me tocarem e apreciarem, fui posto noutra prateleira onde estavam outros como eu: um Iphone, um Huawei e um Samsung.
Certo dia, numa manhã ao abrir da loja, entrou uma senhora bonita e elegante que, ao passar pela prateleira onde eu me encontrava, se interessou por mim, olhou-me atentamente e levou-me para o balcão. Eu ia ser comprado! Senti-me bem por satisfazer com a minha tecnologia e rapidez.
Érica Silva


A bola

Era uma vez um menino chamado João Tomé que jogava no G.C.R. Casal de Cinza. Esse menino tinha uma bola e dentro da bola estava lá eu. Era dia de jogo…
O jogo ia começar, as equipas de Casal de Cinza e do Sabugal entraram em campo e eu senti muito medo. Então, o João pegou em mim e colocou-me mesmo no centro. O árbitro apitou e deu início ao jogo. Eu comecei a rodar e a ser chutada de um lado para o outro.
No final da primeira parte, o jogo estava empatado. Depois do intervalo, os jogadores entraram em campo para jogar a segunda parte, era necessário desfazer esta igualdade. Então, o João pegou em mim e foi fintando os jogadores até que chegou à baliza e fez golo. Estava a um minuto do fim e o João, mais uma vez, driblando todos os que lhe apareceram pela frente, dirigiu-se à baliza e marcou outro golo. Naquele momento, o árbitro apitou, dando o jogo por terminado e agarrou em mim. 
Foi uma alegria total, o Casal de Cinza venceu e com esta vitória tornaram-se campeões. Todos foram festejar. 
O dia terminou, cada um foi para casa e o João levou-me consigo, muito contente por ser campeão e pensando “Esta bola dá-me sorte!”. Dentro da bola estava eu a dormir, muito cansado depois de toda a agitação vivida. 
Quando acordei vi que era só um sonho!
Leandro Soeiro

Anel de noivado                                             
Ontem foi o melhor dia da minha vida. Estava eu muito bem na loja a ser limpa pelo dono, quando o Simão entrou, andava à procura de um para se casar com a mulher da sua vida. 
O Simão era alto, magro, com cabelo castanho claro, olhos azuis e óculos. Ele ia convidar a Maria para jantar, depois ia pedi-la em casamento e, de seguida, ia pôr-me no seu dedo. Ela era uma rapariga alta, magra, bonita, com cabelos pretos compridos e com olhos castanhos.
No final do jantar, o Simão tirou-me do bolso e fez o pedido, a Maria, muito feliz, aceitou casar com ele. Então, quando me ia pôr no dedo, deixou-me cair e comecei a rebolar pelo chão, até que bati na perna de uma mesa e fui parar num cantinho bem escondidinho. O Simão bem correu atrás de mim, mas, como estava sem óculos, não conseguiu ver- me.
Horas depois, alguém me encontrou, reparei que era o dono da loja. Levou-me para lá e pôs-me novamente à venda. 
Este foi o melhor dia da minha vida! 
Beatriz Santos

Garrafa de água
Era um novo dia! Depois de ter passado a noite a passar de camião para carrinha e de carrinha para camião, sempre na mesma caixa, cheguei à escola Carolina Beatriz Ângelo.
Estava tudo muito escuro e havia vários alimentos para além das minhas amigas garrafas. De repente, os estores começaram a abrir e uma intensa luz iluminou o bar inteiro.
Estavam a começar as vendas!!
Alguns minutos depois, uma fila enorme surgiu na frente do balcão do bar e os alimentos começaram a desaparecer, inclusive, as minhas amigas garrafas.
De repente, agarraram em mim e colocaram-me no balcão e, rapidamente, fui agarrado por um miúdo do 7º ano que saiu a correr do bar.
Lá fora, fui aberta e a água que estava no meu interior rapidamente desapareceu e fiquei vazia.
Quando dei por mim, estava eu a ser projetada violentamente pelo chão e o rapaz e os seus amigos estavam a dar-me pontapés como se fosse uma bola, até que a dona Deolinda saiu do bloco e eles esconderam-se.
Fui levada para o lixo e foi lá que passei a noite toda, até que o dia chegou…
Era tudo um sonho!
João Tomé

O gancho de cabelo
Eu tinha acordado diferente, porém o que me deixou mais preocupado foi aperceber-me de que não estava na minha cama, mas sim na minha mesa de cabeceira. Estava a tentar resolver este enigma, olhando para todo o lado, quando do nada alguém pegou em mim e pôs-me no seu cabelo.
Eu conseguia ouvir e ver, mas estava tonto! Descobri que o cabelo era de uma rapariga, quando li num poster grande por cima da cama “Este quarto é da Catarina”.  
Mais tarde, quando ela estava na aula de Ciências a ver um filme sobre o meio ambiente, de que eu também estava a gostar, fui surpreendido com alguém a mexer na cabeça da Catarina, gesto que me fez cair ao chão. Rapidamente, ela apanhou-me e limpou-me carinhosamente. Nesse momento, percebi que ela gostava muito de mim e, assim, senti que não queria separar-me dela. Dia após dia, permaneci sempre junto dela, ia às aulas, à cantina e até ao ballet.
Certo dia, quando as aulas terminaram, depois do almoço, ela foi para casa e quando me tirou do cabelo, caí para um canto ao fundo da cama, mas a Catarina nem conta deu!

Fiquei na esperança de que ela voltasse para me vir buscar, mas acabei por adormecer com o cansaço. Quando acordei, a rapariga estava muito nervosa e preocupada à minha procura. Depois de tantas voltas lá acabou por me encontrar. Finalmente, a Catarina, antes de ir para a cama, colocou-me bem visível na sua mesinha de cabeceira.
João Matos


Resultados da Oficina de escrita - Recriação de lendas

Em consequência da segunda sessão da oficina de escrita orientada pelo Luís Chaves e promovida pela BMEL no âmbito do projeto Terra da Escrita, os alunos do 7ºD recriaram algumas lendas regionais, dando-lhe o seu cunho pessoal. Fica aqui o resultado desse trabalho:


A bruxaria
Há 100 anos, uma bela asiática foi viver para Marrocos. Não se sabia ao certo onde vivia, mas suspeitava-se que fosse no velho e conhecido túnel de Marrocos. 
Todas as semanas, ela ia ao mercado comprar o essencial para sobreviver. Quando voltava para casa, alguns habitantes seguiam-na para descobrirem onde vivia, mas em vão. Eles diziam que ela era bruxa e que se alguém entrasse no túnel, sem autorização, transformava-se em pedra. Então, o rei mandou a guarda real à sua procura, queria-a para ganhar as guerras e ficar mais rico, mas não havia maneira de darem com o seu paradeiro, e ele começou a entrar em desespero.
Um dia, ele próprio foi à procura dela. No caminho, viu uma criança a chorar porque a loja dos pais estava prestes a falir. Os pais não tinham dinheiro nem para comer nem para pagar a renda da loja. O rei foi simpático e deu-lhes um saco com dinheiro suficiente para pagarem todas as despesas. 
Entretanto, o rei prosseguiu com a procura e acabou por encontrar o túnel. Nesse momento, com medo, decidiu entrar. Confuso, verificou que não se tinha transformado em pedra, como a lenda descrevia. Então, perguntou à bruxa:
- Bela senhora, porque não me transformei em pedra? 
Ela respondeu:
- Você fez uma boa ação, e por isso tornou-se imune à petrificação. 
Então, durante horas, conversaram, e o rei percebeu que afinal ela não era uma bruxa, mas sim uma bela donzela simpática e com muita bondade. 
A partir desse dia, o rei, finalmente, percebeu que ser rico e conquistar muitas terras não iria trazer felicidade nem a ele nem ao seu povo e desistiu do objetivo. Desde então, convidou a bela donzela para viver no castelo e ajudá-lo com boas ações junto dos mais carenciados.
 João Pedro Matos
Texto a partir da lenda “A serra e a estrela”

Lenda do agricultor e da estrela
Um agricultor rico vivia numa aldeia alegre, tendo a companhia do seu cão e da sua neta. Ele gostava do horizonte e pensava um dia poder ultrapassá-lo.
Numa noite de luar, em que olhava as estrelas, apareceu uma que brilhava mais do que as outras. Ela sabia do desejo do homem de sair dali e comprar uma casa melhor do que a sua cabana.
A estrela nunca mais o abandonou. Até que chegou o dia do agricultor viajar. 
Os habitantes da aldeia não concordaram com a ideia porque não queriam ter ainda menos gente naquele lugar. 
O agricultor partiu com o cão e a neta numa viagem que durou anos. O homem estava ansioso por chegar ao seu destino e foi envelhecendo.
A meio da viagem houve uma tempestade, mas o agricultor não desistiu. Até que um dia, chegou ao seu destino, ao sítio perfeito para viver, no topo da Serra da Estrela, e ali ficaram todos juntos.
O rei da região, ao tomar conhecimento da história do novo habitante, mandou de imediato emissários com promessas de poder e fortuna em troca da estrela. 
O agricultor respondeu-lhes que a estrela não era dele, mas sim do céu, e que nunca a abandonaria.
A lenda diz que, ainda hoje, do topo da Serra da Estrela é possível ver uma estrela que brilha mais do que as outras. 
Bruna Ladeiro
Texto a partir da lenda “A serra e a estrela”



Um rapaz chamado Diogo vivia com os amigos numa vila divertida, mas muito pobre.
Como a terra era pobre, nunca tinham conhecido nada para além dela, por isso todos tinham o sonho de viajar e conhecer novos lugares.
O sonho do Diogo e dos amigos era viajar até à Serra da Estrela e poder ver e fazer jogos na neve, que na vila nunca tinham visto em grande quantidade.
Um grupo de homens ricos, vindo da vila vizinha, todas a semanas organizava um torneio individual de videojogos, mas nem Diogo nem nenhum dos seus amigos haviam ganho o torneio.
Um dia, lá na vila, foi anunciado que na semana seguinte o torneio não iria ser individual, mas sim de equipas, e que os vencedores receberiam um fantástico prémio de 500 euros. Logo, Diogo e os amigos decidiram formar uma equipa.
Na semana seguinte, ali estavam, prontos a competir contra a equipa que lhes havia calhado por sorteio. Lá fora, estava um grupo de pessoas à espera dos vencedores.
Passaram-se alguns minutos, o jogo tinha acabado e para grande espanto de toda a gente, Diogo e os amigos tinham ganhado o torneio, jogando sempre unidos e ajudando-se uns aos outros.
No final, receberam o prémio e puderam realizar o sonho de ir à Serra da Estrela.
João Pedro Tomé
Texto a partir da lenda “A serra e a estrela”

A lenda do Presidente que não desmaiou na Guarda

Há já alguns anos, um presidente da República chamado Cavaco Silva sempre que ia comemorar o 10 de junho a uma cidade desmaiava a meio do discurso, e a equipa da Cruz Vermelha tinha de o socorrer.

Nas comemorações do 10 de junho de 2014, na Guarda, os primeiros socorros para o desmaio presidencial já estavam preparados, toda a gente esperava que caísse para o lado a qualquer momento,  mas isso acabou por não acontecer.
No final do discurso, perguntaram-lhe porque é que ele não tinha desmaiado, ao que Cavaco Silva respondeu que não desmaiara porque a cidade da Guarda tinha o ar puro, um ar que jamais as outras cidades teriam.
Assim, quem tiver problemas respiratórios venha visitar a Guarda.
Francisco Monteiro
Lenda não identificada



Conta-se que a Guarda foi ameaçada pelos Espanhóis.
Na altura, os habitantes temeram o pior, pois os soldados começaram a disparar em direção ao casario do vale.
Em grande sobressalto, a maioria do povo acorreu à igreja e logo foi prometido, entre rogos e orações, que seria construída uma capela em honra de S. Diogo no local preciso em que a batalha acabasse.
Findo o sobressalto, o povo logo tratou de cumprir a promessa. Mas havia uma dificuldade: o local era muito escuro, o que dificultava a visão dos crentes.
Foi então decidido construir uma capela mais abaixo, no sopé da montanha, pois consideraram que o mais importante era cumprir a promessa.
Depois de erguida a capela e colocado o S. Diogo no altar, ocorria um estranho fenómeno, o S. Diogo desaparecia do templo e ia jogar futebol. E isto aconteceu tantas vezes que o povo se cansou e um dia fez um elevador entre a igreja e o campo de futebol.
Diogo Almeida
Texto a partir da lenda “A capela de S. Lourenço”

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Extensão Cinanima Júnior

No dia 23 de maio os alunos do 4º ano do CES assistiram a um conjunto de curtas-metragens no âmbito do Plano Nacional de Cinema, com uma extensão do festival de cinema Cinanima, promovida pelo Cineclube da Guarda. Os filmes foram muito variados, com temáticas abordando desde a importância das memórias, a amizade, a importância dos animais na nossa vida e a interajuda. Esta foi a derradeira sessão do PNC deste ano letivo para os alunos do 1º ciclo, depois de um conjunto de tarefas que levaram a um conhecimento mais elaborado das imagens em movimento e da interpretação de filmes. Esperamos continuar no próximo ano! Até já!







quinta-feira, 17 de maio de 2018