TRADUTOR

domingo, 26 de fevereiro de 2017

OFICINA DE ESCRITA: OFERECE-ME A LUA, UM OUTRO FIM

Columbina inspirava-lhe melodias magníficas. Marcelo parecia que sentia a beleza de Columbina ao pé de si, que nunca a tinha perdido de verdade e fora um erro tê-la perdido. Marcelo sentiu ainda mais saudades, emocionou-se e caiu uma lágrima em cima da pomba que seria Columbina. 
Tudo ficou em silêncio, nada acontecia, até que se ouviram uns barulhos cintilantes e mágicos que abriram a alma a Marcelo. Quando deu conta, Marcelo viu Columbina ao seu lado pensando que era um sonho tornado realidade, pois não tinha mudado nada. Ela continuava tão bonita e bela como quando a vira pela primeira vez. Deu um grande suspiro e perguntou a Columbina se era mesmo ela e se afinal não tinha ficado louco. Columbina respondeu que era ela e que estava muito feliz por o ver. Os dois ao verem-se uma vez mais, já não tinham dúvidas que o seu destino era ficarem juntos.

Construíram uma vida juntos e realizaram os seus sonhos. O violoncelo que Marcelo tinha construído ficou famoso por todo o país e foram construídas várias réplicas, mas nunca nenhum violino tocou como o de Marcelo, pois o dele foi feito à mão, com todo o amor que Marcelo tinha por Columbina. O mais importante era a madeira do instrumento, pois tinha absorvido a lágrima de tristeza de Columbina que tornou mais mágico o som das suas cordas.   
Catarina Marques, 6.º B

Colombina pediu a Pierrot para ir para junto de Marcelo, pois estava apaixonada pelas suas melodias. Pierrot disse- lhe:
- Irei transformar- te numa linda borboleta branca e voarás livremente, mas estarei, sempre aqui na Lua à tua espera, se quiseres voltar.
Então, Colombina voou livremente e pousou no violoncelo de Marcelo. As melodias saiam cada vez melhor e mais apaixonantes. Marcelo percebeu que aquela linda borboleta pousada no seu violoncelo era Colombina e, apesar de estranhar falar com um ser minúsculo, disse a Colombina:
- Minha querida Colombina, sei que és tu, sempre te amei e vou continuar a amar até ao fim da minha vida, mas, com o passar do tempo, percebi que não sinto um grande amor por ti comparando com Pierrot que te ama sem fim. És a minha musa! Inspiras as minhas melodias! Por isso, esquece-me como o amor da tua vida mas nunca como amigo.
Colombina, destroçada, transformou-se em humana e começou a correr até mais ninguém a ver. Pierrot, que a amava verdadeiramente, procurou-a por todo lado, mas não a encontrou. Marcelo partira-lhe o coração em pedaços e nunca mais ninguém os conseguiu colar.
Inês Colaço, 6º B

O pássaro que estava poisado no violoncelo voou e foi poisar em cima de um móvel que estava em frente à cama de Marcelo.
Depois dele ter tocado a música, Colombina viu-se com pés e braços. A rapariga viu um papel que estava escrito e desenhado e pegou nele. Ela sentou-se na cama de Marcelo e encantou-se, porque o que via era um desenho com o seu rosto. Ele, o Marcelo, observava a sua musa e ficou muito contente por ela ficar emocionada com aquele esboço. Já ela sentia-se dividida pois Pierrot e Marcelo eram duas escolhas muito boas.
Colombina foi para sua casa pensar no que estava a acontecer. Depois Pierrot, bateu à sua porta e convidou-a para ir ao cinema. Ela aceitou o seu convite e comeram pipocas até ao intervalo, mas agora era Pierrot a pagar a outra rodada. Ele foi comprá-las e deixou cair a carteira que largou um cartão que ele nunca tinha mostrado a Colombina, o que era muito estranho, pois ele contava-lhe tudo ou quase tudo. Ela pegou no cartão e viu algo escrito que dizia: Esta menina é alguém que me faz sentir bem, mas tinha o nome Rosita.
Colombina, quando ele chegou, contou-lhe e ele pediu-lhe desculpa. Explicou-lhe que se tinha apaixonado por outra rapariga muito gentil. Ela ficou muito triste, pois pensava que podia confiar em Pierrot, mas não era bem assim. Ela interrogou-se porque é que a tinha convidado para a ir ao cinema se gostava de outra menina.
Quando Colombina foi ter com Marcelo para ouvir as suas melodias, viu Pierrot a conversar com Marcelo:
- Olha, a tua amada é minha e não a vais conseguir retirar dos meus braços com muita facilidade.
Colombina percebeu que Pierrot gostava dela para fazer ciúmes a Marcelo.
Naquele momento, Marcelo tocou a nota mais desafinada que ela algum dia tinha ouvido. Mas Colombina não deixou que Pierrot ficasse com ela e disse-lhe:
- Sei que queres que eu fique contigo, mas isso nunca irá acontecer, pois se gostasses mesmo de mim gostarias das pessoas que me fazem feliz.
Depois de todos terem escutado tudo aquilo, sussurrou ao ouvido de Marcelo “eu gosto de ti”. Marcelo rebentou de felicidade e exprimindo-se pela música tocou a melodia mais agradável alguma vez ouvida. Já Pierrot, com aquele mau feitio, foi sofrendo muito na sua vida, pois era ele que criava os obstáculos mais difíceis de ultrapassar.    
Soraia, 6.º B

OFICINA DE ESCRITA TURMA 3B DO CENTRO ESCOLAR DA SEQUEIRA A PARTIR DO POEMA "A BORBOLETA" DE "AS FADAS VERDES" DE CECÍLIA MEIRELES

Uma borboleta entrou no quarto de uma menina. A menina agarrou-a suavemente e a borboleta não fugiu.
No início, ela assustava-se porque nunca tinha visto uma borboleta que se deixasse tocar.
Um menino, chamado Rodrigo, era amigo da menina, por isso, foi a casa dela. A menina  disse-lhe:
- Olha, esta borboleta apareceu aqui no meu quarto!
Ele estranhou porque a borboleta estava viva e porque estava no colo dela. O menino disse-lhe:
- Queres ir dar uma volta com a borboleta, ali ao parque?
- Sim, claro, mas depois vimos outra vez  para casa.
- Sim. – disse o menino.
Chegaram ao parque e andaram a brincar na erva com a borboleta. Algum tempo depois, regressaram a casa com a borboleta. O Rodrigo pediu à sua amiga:
- Posso pegar nela um bocadinho?
- Sim, mas só se ela deixar
A amiga deu-lhe a borboleta. Ela, a borboleta, estava com dúvida se ia ou não ia. Pensou e voou para as mãos do menino que  disse:
 - Olha, a borboleta é macia e muito agradável. Tinhas razão! E, também, é muito bonita.
O menino voltou a dar a borboleta à menina. 
Nas mãos da menina, a borboleta adormeceu, eles pensaram que ela tinha morrido, mas viram-na a mexer o peito. Puseram-na por cima de uma flor e os meninos também foram dormir.
Rodrigo Rodrigues Ferreira
  
Num dia de grande calor, no quarto de uma menina, uma borboleta entrou. A menina nunca tinha visto nada assim, foi para o seu jardim porque estava muito calor e foi brincar para a relva. Correu, correu, até que tropeçou e ficou deitada e a borboleta foi para cima dela. Os pais e os avós também estavam com calor e foram procurá-la. Quando chegaram ao jardim pensaram que estava a abanar um leque e disseram em coro:
- Não te canses a abanar!
Mas ela não estava a abanar nada, eram as asas da borboleta, e a menina disse:
- Não estou a abanar nada, são as asas da borboleta que eu apanhei!
Os avós e os pais dela foram para dentro e ligaram a ventoinha e o ar condicionado e lá ficaram a ver TV e a beber limonada.
A menina ficou contente. Libertou a borboleta e foi para casa.
Diogo Guerreiro

Era uma vez uma menina que estava a andar de baloiço num parque e viu uma borboleta que pousou na sua mão. Ela nunca tinha visto uma borboleta com as cores do arco-íris. Com muito jeitinho, pegou nela, foi para casa e pôs a borboleta num frasquinho.
No dia seguinte, ela estava com a borboleta na mão e, de repente, ouviu a voz dos pais:
- Filha, não te canses a abanar, ligamos a ventoinha.
Passado um bocadinho vêm os avós.
- Netinha, não te canses a abanar, ligamos o ar condicionado.
A pequenina borboleta adormeceu nos braços da menina.
Mais tarde, ela acordou e então a menina decidiu soltá-la de uma vez por todas. Antes de a soltar, pediu ao pai se a podia libertar e o pai disse-lhe que sim mas aconselhou-a a, na próxima vez, não a  prender num frasco.
E, assim, os pais e avós ficaram felizes com a menina.
Laura Birra

Num belo jardim, havia uma casa muito colorida, com muitos canteiros. Nessa casa, brincava uma menina muito brincalhona, meiga, divertida e muito, mas mesmo muito bonita. Todos os dias, de manhãzinha, ela vestia o fato mais colorido que tinha e corria para o jardim. Quando se deitava na relva, todas as borboletas que havia no jardim pousavam levemente nas árvores e nas flores.
Passado algum tempo, uma borboleta pousou no nariz da menina, ela riu-se muito porque a borboleta no seu nariz fazia-lhe cócegas!
Mas, entretanto, apeteceu-lhe ir para dentro das suas mãozinhas confortáveis.
A borboleta começou a abanar as asas como se estivesse a voar. Queria encantar a sua amiga. Por milagre, a borboleta falou. A menina ficou assustada, mas sabia que a sua amiga não lhe ia fazer nada. Deu mais umas palavrinhas:
- Consegues entender-me? – perguntou a borboleta. – Só as pessoas com muita imaginação e muito simpáticas é que conseguem entender as borboletas! E acho que tu és uma dessas meninas.
- Estou admirada. Nunca falei com uma borboleta!
Nesse mesmo instante, os pais da menina apareceram e, como a borboleta estava a abanar as asas, eles pensavam que a menina estava a abanar um leque e disseram:
- Filhinha, não te canses a abanar, podemos ligar o ar condicionado e a ventoinha!
Vieram os avós e disseram o mesmo.
A menina soltou a borboleta, mas a borboleta, todos os dias, vinha visitar a menina para lhe fazer companhia.
Leonor Cairrão

OFICINA DE ESCRITA TURMA 3B DO CENTRO ESCOLAR DA SEQUEIRA A PARTIR DO POEMA "O AMOR" DE "AS FADAS VERDES" DE CECÍLIA MEIRELES

Era uma vez uma rola que vivia na floresta com o seu marido. A rola já era adulta e estava quase pronta para dar à luz.
Num belo dia, à tarde, na primavera, veio um caçador com vontade de a caçar, mas tropeçou numa pedra e depressa a rola fugiu. Voou e voou sem parar até chegar ao pé do seu marido.
O caçador foi-se embora à procura  de outros animais para caçar.
Passados alguns dias, a rola construiu um ninho para os seus filhos que iam chegar.
O seu marido cantava trru...trru... de alegria de ser pai e a rola estava muito orgulhosa de si.
Passado um mês, os ovos começaram a abrir e lá de dentro saíram três rolinhas lindas. A rola tratou-as muito bem, ensinou-lhes o que deviam fazer, por exemplo: a apanhar minhocas, a voar, a saltar do ninho, a como se defenderem...
E, por fim, a rola-macho e a rola-fêmea ficaram, para sempre, marido e mulher.
Leonor Farinha Oliveira

Era uma vez uma rola bela, bela, muito bela. Todos os animais a adoravam e adoravam o seu canto por entre as árvores. Trruuuuuu...trruuuuuu..., fazia esta maravilhosa rola, todas as doces manhãs de primavera.
Nesta estação, a rola gostava de acasalar ... Até que, a cantarolar ali com o seu vestido brilhante, maravilhoso e branco encontrou uma rola-macho. Conheceram-se, depois tornaram-se grandes amigos e chegaram a ser namorados.
Passados uns dias de terem acasalado, vieram uns caçadores. A rola foi chamar o namorado a toda a velocidade, mas o caçador já pronto a disparar, viu um grande milhafre à sua frente. Aquela ave era para ele a mais rara à face da terra! Tentou  acertar-lhe mas o azar bateu-lhe à porta, por um triz, ou seja acertou na pobre rola-fêmea e o amor foi quebrado entre o lindo casal de rolas. É como se duas grandes forças rachassem!!! Pelo brio de um caçador, o amor entre eles foi desfeito.
Assim, foi a história de uma bela rola feliz, que andava a namorar.
                                                                                                                            Simão Daniel

Numa bela tarde de sol, nascia uma bonita rola-fêmea, numa floresta com muitas árvores,. Era primavera. A sua mãe ensinava-lhe coisas novas da vida das rolas.
Um dia, a mãe morreu e ela construiu o seu futuro sozinha. Algum tempo depois, arranjou um namorado porque estava na altura.
Ela falava com ele sobre os encontros que queriam ter.
- Encontramo-nos no rio que está no meio da floresta. – disse a rola-fêmea.
- Está bem. – disse a rola-macho.
Na cidade, um homem, certa manhã, quis ir à caça naquela floresta.
A rola estava no local de encontro à espera do seu marido, mas, de repente, viu um caçador. A rola-fêmea voou...voou... O caçador não conseguiu apanhá-la e foi-se embora para outra floresta.
Eles combinaram que os encontros podiam ser noutro rio.
E assim se formou o amor  daquela família de rola-fêmea e rola-macho.
Anaísa Lourenço Guilhoto

Era uma vez uma rola, que era tão branquinha que se via em todo o lado, mas também era muito rápida.
A rola tinha ido buscar comida à floresta, entretanto apareceu um caçador com o seu cão enorme.
O cão viu a rola e começou a ladrar. O caçador começou a disparar mas não acertou nela. A rola , com medo, fugiu entre ramos para que o cão não a apanhasse e usando a sua rapidez conseguiu escapar.
Quando chegou ao seu ninho, chamou o seu marido e disse-lhe:
- Vi um caçador.
- Onde? – perguntou o marido, cheio de medo.
- Ao pé do lago. – respondeu ela.
- O que é que lá foste fazer?
- Fui buscar comida. – respondeu a rola.
- Amanhã eu vou contigo. – disse o marido.
- Está bem. – respondeu a rola muito contente.
De manhã, lá foi ela buscar comida com a rola-macho. Quando chegaram, o caçador já lá estava e quando os viu disparou até não poder mais.
A rola tinha tanto medo que pediu ao companheiro para se esconderem atrás de uma árvore.
Quando o verão chegou, o caçador foi-se embora.
Assim, a rola e o marido, viveram felizes para sempre.
Lucas Rodrigues Carreira

Era uma vez uma rola que voava entre os campos a cantarolar trru... trru... Todos os habitantes da floresta adoravam o seu cantar.
Certo dia, enquanto vagueava pelo seu habitat, uma rola-macho estava a observar a rola--fêmea e achou-a muito bonita. Ela também gostava dele por isso foi ter com ele e trocaram sentimentos..
A rola foi para a sua casa mas não parou de pensar no amor dos seus sonhos. Ele tinha os mesmos pensamentos que ela.
A rola-macho foi até à casa dela e perguntou-lhe:
- Queres ser a minha namorada?
- Sim, quero. – respondeu a outra rola.
As duas aves da mesma espécie ficaram muito felizes.
No dia seguinte, a rola-fêmea estava a passear pela floresta e um caçador disparou uma bala de uma báscula e acertou mesmo em cheio no coração da rola, o que cortou o amor entre o casal de rolas.
É por causa disto que não se devem matar animais.
Martim Pedro Martinho Pereira

Era uma vez, numa tarde de primavera, uma rola bem bonita que tinha as penas branquinhas como a neve e tinha ainda uma flor rosa na cabecinha.
Nessa tarde, ela passeava entre as árvores da floresta onde encontrou os amigos.
- Boa tarde, elefante como vai a tua caminhada?
- Vai bem.
- Sabes onde está o meu marido?
- Não, pergunta ao tigre.
- Está bem.
A rola cantava mas ele não vinha.
- Olá tigre, sabes onde está o meu marido?
- Sim, sei, ele passou por aqui e foi para a cascata.
- É por isso que ele não me respondia! Até já!
À chegada à cascata ela lá o encontrou. Foi ter com ele com um ar bem zangado e disse:
- Querido, porque não me respondeste? – disse a rola.
- Vim buscar água para nós bebermos.
- Está bem. Vou para casa a fazer o jantar.
Ao passar na floresta viu um caçador que tinha um cão.
O caçador estava prestes a disparar, mas não acertou. O caçador como era tão fraco foi expulso do trabalho que tinha.
No dia seguinte, eles os dois começaram a construir o ninho para os seus filhos...
Certo dia, houve uma surpresa na floresta, a rola-fêmea tinha dado à luz os seus filhos. Eles ficaram tão felizes que fizeram uma festa para todos os animais da floresta.
- Querido, já contaste quantos são?
- Sim, já. São quatro.
- Quais são os nomes que lhes vamos dar?
- Não sei!
- Eu acho que já sei: a primeira pode ser Mimi, a outra pode ser Fifi, a terceira Estrela e a quarta Ângela.
Eles viveram felizes, para sempre, com os seus filhos. 
Carlota Maria Horta da Cruz Gonçalves

Era uma vez uma feliz rola que ainda era bebé e que ia crescendo. Um dia, a rola-fêmea encontrou uma rola-macho e começaram a conversar sobre as vidas que tinham passado.
Numa bela tarde de primavera, foi passear pela natureza da floresta onde ela vivia. A certa altura apareceu um caçador que levava o seu cão. Levava uma pistola para caçar as aves.
Então disparou, mas não acertou na rola porque fugiu bem depressa.
Foi para o seu ninho para que, no dia seguinte, fosse passear e cantar trru, trru, de manhã bem cedinho.
Voava bem alto de ramo em ramo e voltou a encontrar o seu amigo, a rola-macho. Eram tão branquinhos que pareciam neve. Eles os dois apaixonaram-se e o caçador disse que nunca mais os mataria e gostou muito dos dois amados.
Um dia, havia um tigre que queria caçá-los mas o caçador  não os deixou matar. Eles todos formaram uma família e todos ficaram mais felizes, para sempre. Passaram por um lago muito bonito onde havia sapos bonitos e gostosos.
Ficaram os melhores amigos do mundo.
Gabriel Dinis Lopes Videira

Era uma vez uma rola brava e branca que todos os dias cantarolava e que, ao mesmo tempo, passeava pela floresta para tentar arranjar um marido.
A certa altura, uma rola-macho tinha acordado para ver quem seria a rola que estava a cantar com um famoso tom de voz e encontrou uma rola que parecia ser a dos seus sonhos. Apaixonada por ele, disse:
- Queres ser meu marido? 
- Claro que sim.
Depois do casamento, enquanto planeavam o resto das suas vidas, a rola-fêmea sentiu-se mal porque iria chocar as suas crias.
Afinal, os namoros são coisas que nos fazem mais felizes.
Beatriz Castro

Era uma vez  uma rola branca, tão branca, tão branca, mais linda do que uma flor. Todos os animais da floresta acordavam pela manhã, com o seu cantar doce e belo: trru… trru...  e, não muito longe dali, uma rola- macho ouviu-a cantar e ficou logo apaixonado. 
À tarde, encontraram-se junto de um ribeiro e começaram a conversar:
- Trru… trru, olá, eu sou uma rola que canta noite e dia para arranjar um marido.
- Trru…trru…, andas a cantar noite e dia para arranjares um marido? Eu não me importo de o ser?
Passados alguns dias, eles casaram e tiveram muitos filhinhos brancos, cor da neve.
Mas, no dia seguinte, quando a rola ia procurar minhocas para o almoço, um caçador preparava-se para disparar mas não teve sorte porque o cão ladrou e assustou-a. A mãe rola conseguiu escapar, teve sorte!
A rola conseguiu levar a tempo o almoço aos seus filhos e o casal viveu feliz para sempre.
Íris  Costa

Era uma vez  uma rola-fêmea que tinha um lindo vestido branco. Ela, chamando pelo seu marido, cantava trru…trru…
Estava numa floresta, ao pé de um lago, e tinha ouvido um barulho estranho. Era um caçador que lhe tinha dado um tiro no coração. O sangue estava a sair do seu corpo e do coração também.
A rola-macho e a rola-fêmea amavam-se muito, muito, muito ...  Numa certa altura, a rola-macho foi até ao lago e viu lá a sua mulher morta.
Desesperado, ficou tão triste, tão triste, tão triste, que ficou lá com ela no lago.
O caçador foi também ao lago e falou para si mesmo:
- Coitados da rola-macho e da rola-fêmea, eu só queria levar um petisco para casa, para comer.
O caçador pediu muitas desculpas à rola-macho, ele aceitou essas desculpas e prometeu não voltar a caçar.
E ficaram grandes, grandes amigos.
                                                         Mariana Pacheco

Era uma vez um casal de rolas que vivia numa floresta e era muito feliz. A floresta tinha flores de várias cores: amarelas, azuis, vermelhas, verdes e rosa. Também tinha árvores de vários tamanhos: grandes, pequenas e médias e a erva era muito verdinha.
Esse casal estava muito bem, até que apareceu um caçador com o seu cão. Ele viu-as mas elas conseguiram fugir.
Passaram dias, semanas e elas continuaram a voar e disseram uma para a outra:
- Estou cansada de voar – disse a rola-fêmea.
- Eu também – disse ele – mas temos de continuar a voar.
Um dia, pararam para beber água e outro caçador apareceu para as matar. Mais uma vez voltaram a fugir…passaram meses e elas continuaram a voar.
Pararam para comer mas outro caçador voltou a aparecer mas não as queria matar, o que ele queria era ficar com as duas rolas.
As rolas ficaram muito felizes. Ele levou-as para casa, tratou delas e assim esse casal ficou feliz para sempre.
Mariana Videira

Era uma vez  uma  rola-fêmea muito, muito linda que andava na floresta e que todos os dias ao amanhecer cantava trru… trru... e toda a gente gostava desse cantarolar pela manhã.
Um dia, tal e qual como nos outros, a rola-macho ouviu um cantarolar e gostou. Seguiu o som trru…,trru… até encontrar a rola-fêmea e encontrou-a. Eles falaram para se conhecerem melhor e casaram-se.
Na cerimónia, todos os familiares, rolas-fêmeas e rolas-machos, participaram e passaram o resto do dia a festejar o casamento.
Porém, um dia, a rola-fêmea feriu uma pata e um caçador que andava por lá levou-a para casa para cuidar dela. Um dia destes irá levá-la outra vez para a floresta.
A rola-macho já não a via há alguns dias e começou a ficar preocupado e foi perguntar a todos os familiares rolas-fêmeas e rolas-machos e até aos outros animais da floresta. Andava mesmo muito preocupado.
O caçador pôs-lhe gesso e, passado uma semana, tirou-lhe o gesso para ver se já a podia levar novamente para a floresta.
Assim fez, levou a rola-fêmea para a floresta e o casal encontrou-se de novo e viveram felizes para sempre.
Simão Ferreira

sábado, 25 de fevereiro de 2017

ISTO OU AQUILO ...




"Isto ou Aquilo" de Cecília Meireles conduz-nos ao mundo do sonho. Proposta pela Educação Literária das Metas Curriculares, professores e Biblioteca Escolar selecionaram as poesias "Meninas", "Sonho de Olga", "Sonhos de Menina" e "A Bailarina" para explorarem com os alunos de 2.º ano de escolaridade.
A atividade terminou com a produção de acrósticos, tendo por base as poesias "A Bailarina" e "Meninas".


 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

CONTOS E MAIS CONTOS ...

A vez da Rapoula receber a Biblioteca Escolar chegou. E que bem receberam! 
Junto das crianças chegaram histórias que elas ouviram pelo simples prazer de ler e ouvir. O já conhecido lobo, o monstro confuso e o ratito brincalhão levaram com eles o papa-formigas que se deixou vencer pela formiga rabiga "que lhe queimou a barriga".
No final, as crianças partilharam uma história que aprenderam na disciplina de português, a versão de Eva Mejuto do conto tradicional "Corre Corre Cabacinha".
As mesmas personagens irão à Casa de Trabalho Jesus Maria e José no Rochoso, à Pera do Moço e a Alfarazes até ao final do 2.º período.

CONTOS E MAIS CONTOS ...

As crianças do JI do Centro Escolar da Sequeira ouviram a história "Queres brincar comigo?" de Eric Carle. 
Um ratinho percorre a floresta à procura de um amigo com quem brincar. Todos eles estão ocupados. Só depois de muito procurar encontra uma ratinha que aceita o desafio e, mesmo à justa, escapam os dois ao destino de se tornarem o almoço de uma serpente que andava bem perto.

A OVELHINHA PRETA


Os alunos do 1.º ano de escolaridade, no âmbito da Educação Literária proposta pelas Metas Curriculares, ouviram a história "A Ovelhinha Preta" de Elizabeth Shaw. 
A obra apresenta uma ovelhinha preta que, destoando num rebanho todo branco, queria ser igual a todas as outras ovelhas, pois não percebia o quanto era especial. Sentia-se rejeitada pelo Piloto, o cão de guarda, que queria obediência e disciplina e não inteligência. Contudo, a ovelhinha preta era inteligente e gostava de pensar por si mesma, atitude que desagradava ao Piloto. 
De forma a controlar a situação, o cão tenta que o pastor a venda, mas sem sucesso, pois este tem grandes planos para a sua ovelhinha preta. 
A atividade terminou com um jogo de associação que resultou no resumo da história.