quinta-feira, 2 de junho de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
ROBINSON CRUSOÉ POR EDUARDO GONÇALVES
Robinson Crusoé
Robinson Crusoé, um homem rendido
a uma mulher encantadora.
Eles tinham um amor perdido,
pois era desejada por um amigo…
Sendo tal o amor por ela,
em batalha acabaram os dois
e matou ele o noivo dela!
Teve de fugir! E depois?
Bem… embarcou num navio,
rumo à aventura!
O barco naufragou,
teria que haver bravura!
Acordou numa ilha! Olhou em volta!
Era um mundo solitário, podem crer!
Por sorte, sobreviveu um navegante,
Skipper era o seu nome.
Começou uma nova amizade!
Que sorte ele teve!
Podia estar na solidão
mas lá apareceu o cão.
Exploraram a ilha, confiantes.
Será que haveria vida humana?
Da pior maneira a encontrou,
canibais matando à paisana.
E, no meio, um pobre
prestes a morrer…
Robinson não era capaz
de ver o rapaz a sofrer,
pegou ele num trabuco,
disparou contra os canibais!
Fugiram por todo o lado!
Desapareceram os animais!
O menino era negro,
por volta da casa dos trinta ou perto disso,
pelo corpo acessórios,
parecia não querer compromisso.
O rapaz fugiu pelos arbustos,
Olhando de lado para Robinson.
O mesmo sentiu nos ares
Que poderia ter arranjado um amigo …
Começou Robinson à procura,
do tal amigo perdido,
mas procurou por tanto tempo
que começou a sentir-se rendido.
Acordou meio zonzo, contente:
- Será que o meu amigo negrinho
está agora à minha frente?
E era mesmo ele!
Ao menino leal,
chamou-o de Sexta-Feira,
o seu novo amigo real.
Os dois viveram em conjunto,
aperfeiçoando a língua de Sexta-Feira.
Lá acabou Robinson por conseguir,
fazer o amigo falar à maneira.
Começaram a pensar:
- Haverá maneira de sair daqui?
E veio uma lembrança!
Fazer um barco e dali fugir.
Cortaram uma árvore,
Com um grande e forte machado,
Rumo ao grande mar.
Robinson teria de estar preparado!
Uma concavidade fizeram no tronco,
para se poderem sentar,
e todas as provisões que tinham,
no meio iriam ficar.
Houve um dia de tempestade,
de chuva e de trovoada.
Robinson tinha receio,
que a corda ficasse desamarrada.
Mas nada pôde fazer,
pois podia correr mal a experiência.
-Ter cuidado é sempre bom!
Dizia Robinson na sua consciência!
No dia seguinte, algo aconteceu,
O barco desapareceu?
Não! Era tanta a força da água,
que o barco não resistiu.
A corda desamarrou-se!
O barco sumiu!
Que desgraça, coitados,
foi o plano por água abaixo.
Robinson, vendo aquele horror,
ficou cabisbaixo.
Logo
Sexta-Feira lhe disse:
-
Ser lua cheia e Nimas atacar!
Robinson
lembrou-se,
que
a ilha tinha de armadilhar.
Estava
tudo pronto, que felicidade!
Robinson
sentia-se orgulhoso e confiante,
Eram
muitos os homens que chegavam!
Bem…AVANTE!
Grande
guerra aconteceu,
Mas
saíram vencedores ...
Até
que uma flecha atingiu Robinson:
-
Ai! São tantas as dores!
Robinson
sofria gravemente
e
o seu amigo não conseguia suportar
tal
era a amizade
que
até ele a sentia fincar!
Sexta-Feira
pensou:
“Como
salvarei o meu companheiro”?
Logo
ele confecionou um plano!
Ir
à sua tribo para salvarem o seu parceiro.
Arranja
um barco, Sexta-Feira,
um
novo e mais perfeito.
Ele
era bom nestas coisas,
Pois
não se via nem um defeito!
Avançou
ele para o alto-mar!
Chegou
à sua vila,
Curaram
Robinson num instante,
mas
tinham uma promessa em fila:
teriam
de lutar os dois,
só
um sobreviveria!
Logo
saiu a sorte a Sexta-Feira,
pois
sabia-se que ele morreria.
A
liberdade era de Robinson!
Era
tão bom podê-la agarrar!
E
os braços de Mary …
Ele
poderia voltar a abraçar …
Uma
história comovente, sim,
mostrando
o valor da amizade,
pois
ninguém é tão amigo
como
Robinson e Sexta-Feira…É verdade!
Muitas
guerras passaram os dois,
mas
sempre se uniram,
pois
a amizade era mais forte
que
as discussões que os dividiam …
Pobre
Skipper, não sobreviveu,
morreu
como um cão corajoso e confiante.
Grande
companheiro ele era!
A
vida é assim, aliciante …
Eduardo
Gonçalves,
6.º B, EB Carolina Beatriz Ângelo
HISTÓRIAS ESPECIAIS POR MENINOS ESPECIAIS - A FÓRMULA DA PAZ
No tempo em que os caracóis não andavam com a casa às costas, um cavaleiro subiu a uma torre à procura da fórmula da paz.
No País Luminoso vivia um Pirata que estava cansado de viver em guerra e de ser perseguido pela mulher-polícia. Ela tinha ouvido ao seu avô falar de uma fórmula da paz escondida numa torre num país distante. O Pirata era muito gordo, tinha uma perna de pau, uma pala no olho e um gancho na mão. Pegou na sua espada, chamou a tripulação e entraram no barco em direção à torre, na esperança de encontrar a fórmula. Chegaram à torre. Enquanto a tripulação aguardava, o pirata subiu e encontrou o Cavaleiro.
Assim que o Cavaleiro viu o Pirata, assustou-se.
- Calma! Não te assustes! Não te faço mal - sossegou o Pirata.
- O que estás aqui a fazer? - perguntou o Cavaleiro.
- Venho do País Luminoso que está sempre em guerra, por isso venho à procura da fórmula da paz. O meu avô contava-me uma história em criança que falava de uma fórmula. - explicou o pirata.
- Eu também preciso da fórmula. O meu país também está em guerra. Podemos partilhá-la. Como sabes que está aqui? – perguntou o Cavaleiro.
- O meu avô deu-me este mapa. Aqui está a torre e em cima está uma cruz. - dizia o Pirata, apontando o mapa.
De seguida os dois procuraram. Escavaram no chão e encontraram um frasco de vidro com um rolinho de papel no interior. Abriram o frasco, tiraram o papel e desenrolaram-no. Leram o que estava escrito e perceberam que era a fórmula da paz:
RESPEITO
PELA LIBERDADE DO OUTRO.
- Encontrei! Encontrei! - gritou o Pirata com satisfação,
olhando pela janela.
A tripulação dava pulos de alegria.
- Como vamos fazer? - preocupou-se o cavaleiro.
- Tenho aqui o mapa e copiamos a fórmula atrás. - sugeriu o Pirata.
- Toma a minha pena. - ofereceu o Cavaleiro.
O Pirata copiou a receita e guardou-a no bolso do casaco.
Despediram-se com um grande abraço. Desceram as escadas da
torre. O Cavaleiro montou no cavalo e o Pirata juntou-se à sua tripulação. Cada
um regressou à sua terra com esperança de acabar com a guerra.
E depois…
foram-se as vacas e ficaram os bois.
ESCRITOR DO MÊS VIKAS SWARUP - MAIO
INDIANA/ PSICOLOGIA/ HISTÓRIA/ FILOSOFIA/ CÔNSUL/ ROMANCE/ "QUEM QUER SER BILIONÁRIO?/ CINEMA/ FILME/ DIRETOR/ RAM/ FRAUDE/ COMÉDIA/ ROMANCE
LÊ A PERGUNTA DÁ A RESPOSTA - MAIO
1. Vikas Swarup 2. Hans e Zacharias Janssen 3. Carlo Collodi.
4. Hans Christian Andersen 5. Londres 6. Marcelo Rebelo de Sousa
7. António Costa 8. Fobia 9. … solteira. 10 . Improbabilidade
sexta-feira, 27 de maio de 2016
AS BONECAS LILI E RIRI
A Biblioteca Escolar do Centro Escolar da Sequeira recebeu, hoje, alunos e professores de escolas sem biblioteca escolar (Alfarazes, Rapoula, Pera do Moço, Rochoso, Casa de Trabalho José Maria e Jesus, Póvoa do Mileu, Castanheira, Carpinteiro, Carvalheira, Barracão, Bairro da Luz, Bairro do Pinheiro) numa tentativa de promover a igualdade de oportunidades no acesso à cultura e ao saber, meta a alcançar pelo Agrupamento de Escolas da Sé, contemplada no Projeto Educativo. Alunos e professores conheceram as bonecas Lili e Riri, as personagens do livro "Uma Mão Cheia de Histórias" das autoras Lúcia Morgado e Rita Almeida. Autênticas bonecas vivas que preencheram o imaginário de todos os presentes com histórias, trazendo magia à biblioteca. Uma excelente homenagem aos livros e à leitura e reais valores humanos, mostrando que a qualquer momento da vida podemos mudar basta que o desejemos. A Bruxa Guxaguxa queria deixar de ser bruxa e transformar-se numa fada encantada e com muita magia e força de vontade conseguiu!
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