TRADUTOR

quinta-feira, 1 de março de 2012

PEQUENOS AUTORES

Era uma vez há muitos muitos anos no céu um anjo chamado Gabriel que tinha muitos amigos. Todos os dias ele e outros anjos brincavam e divertiam-se a valer. Mas um dia, o Gabriel sentiu-se muito triste, sentou-se numa nuvem e o anjo Serafim (o mais velho e mais sábio) que passava por ali, perguntou-lhe: - Olá. O que é que tens? Porque estás tão triste? -É que sabes Serafim eu adoro o Natal, mas gostava de poder fazer o que as crianças lá em baixo fazem: comer guloseimas, enfeitar árvores a casa, brincar na neve e trocar presentes. É que cá em cima é impossível fazer isso e isso também faz parte do Natal. – Contou o Rafael. O anjo Serafim pensou durante um bocadinho e de seguida disse: - Olha, eu vou deixar-te ir á terra mas só por um dia. Assim poderás fazer o que todas as crianças fazem no Natal e assim podes aproveitar para lhes perguntar o que querem para o Natal. E assim foi… O pequeno anjo Gabriel voou até à terra onde comeu todo o tipo de guloseimas que lhe apeteceram e onde brincou com todas as crianças até não poder mais com o cansaço. E naturalmente não se esqueceu do que elas desejavam para o Natal. Quando voltou para o céu, o Gabriel estava radiante mas nem de sonhos imaginava o que o esperava. Todos os seus amigos anjos tinham-lhe feito uma surpresa, tinham pendurado luzes de Natal coloridas por todo o lado e em coro cantavam as mais conhecidas músicas de Natal. O Gabriel ficou tão contente com o ato dos seus amigos que não conseguia parar de saltar e dançar. No dia seguinte Serafim e Gabriel foram dar uma ajuda ao Pai Natal, todos ficaram surpreendidos, pois receberam exactamente todos os presentes que haviam pedido. E Gabriel ficou muito contente, pois ajudou o Pai Natal e fez o que ele mais queria.
Rodrigo Matias, 5º B

Pequenos autores3

O João era um rapazinho normal como tantos outros… Um dia estava ele na sala, a aquecer-se em frente à lareira, quando calha a olhar pela janela. Ao ver que está a nevar grita: - Mãe! Chega aqui, está a acontecer uma coisa como nunca antes se viu! A mãe correu o mais depressa que pode, para ir ver o que se passava, e, qual não foi o seu espanto, quando viu o seu quintal cheio de neve. A mãe, não conseguindo dizer nada ficou apenas a assistir. Pouco depois de parar de nevar, não havendo nada para fazer foram ver televisão. O tempo passava, e, a ansiedade era tanta, que não pode esperar para contar ao seu pai, vestiu o casaco e as botas de neve e saiu porta fora, em direcção ao local aonde o seu pai trabalhava. Mas como a ansiedade também traz problemas de vez em quando, o João perdeu-se. Uma grande tempestade começou a cair e João sem ter onde se abrigar, continuou a andar. Ao olhar em volta viu uma gruta com imensos diamantes e ao lado um abrigo com lareira, comida, água e equipamento de primeiros socorros. Não vendo ninguém estranhou e entrou no abrigo. Ele depressa se deixou dormir pois não deu luta ao sono. Ao outro dia João saiu e o que viu deixou-o de boca aberta. Já não estava em Palme sprints, estava… no pólo Norte! -UREEEEEEE!!!Que frio!-gemeu ele baixinho. Foi andando, andando, andando até que encontrou a cidade do Natal. Chegou aos aposentos do pai Natal com a esperança de que alguém lhe dissesse o que se ali passava. -Pai Natal, pai Natal! -gritou ele. -Ai! Mas que gritaria veio a ser esta!?!? Não era o pai Natal, mas sim a mãe Natal que se havia assustado com o eco dos gritos. - Oh desculpe se a assustei minha senhora, suponho que seja a mãe Natal? -Sim, a própria. -Peço imensa desculpa! -Ora, não faz mal, é da idade sabes. Finge que estás em casa. -Muito obrigado por me recolher tão gentilmente em sua casa. -Não é nada meu jovem. Então vinhas á procura do pai Natal? -Sim, sim. Mas talvez você a responderá minha pergunta. -Claro que sim! Força! Foi aí que ele contou a sua história e lhe perguntou se não sabia por que razão teria ele, um rapaz normal, ido ali parar. A mãe Natal boquiaberta disse apenas que tinha ouvido falar numas anomalias estranhas que se haviam estar a passar, e, lançou a hipótese de que ele talvez tivesse aqui vindo parar numa delas. -A sério? - Perguntou João num ar tristonho. -Receio que sim pequenote! -Mas… Estava João a acabar a pergunta quando ouvem um enorme estrondo e um riso feliz. -OH! AI! AI! Era o pai Natal que tinha acabado de chegar. Talvez ele o pudesse ajudar com aquele problema. -Pelo nariz de Rodolfo, querido o que faz uma criança aqui na véspera de Natal!?!? -Pai Natal por favor ajude-me. Eu tenho um problema! -Fala meu filho! Mais uma vez João contou a sua história e acrescentou ainda que não sabia como voltar para casa. -Já sei! – exclamou pai Natal com ar triunfante. -Vá desembuche! -E se tu fosses comigo no DIA DE NATAL! -No seu trenó? -Claro, porque não? É boa ideia? -Claro que sim! Muitíssimo obrigado pai Natal! -Ora, não tens de que meu filho! Faço tudo para ver um sorriso na cara de uma criança… E se fosses conhecer as nossas renas? -Sim, boa! -Orelhudo, chega aqui. -Chamou-me pai Natal? -Sim, chamei! Vai mostrar as renas a este miúdo… Enquanto João foi conheceras renas, pai Natal e mãe Natal desenrolaram uma conversa sobre o caso do pobre miúdo. Entretanto em casa a mãe estava muito preocupada com João, passara uma noite desde que ele partira na viagem para ir ter com o pai. Ela telefonava, telefonava mas ninguém atendia. João apesar de divertido, também sentia a falta da mãe, mas nada podia fazer, e pensar que tudo tinha começado quando ia ter com seu pai para lhe contar do acontecimento… -Bem João são horas de ir para a cama. Pensa que amanhã já estarás com os teus pais ao quentinho da lareira. -Ok! Vou tentar… E João deitando a cabeça nas almofadas depressa se deixou dormir. Amanhã seria um grande dia. -Bom dia, bom dia! – gritou o pai Natal. Então mas ainda não estás pronto, é DIA DE NATAL! Ouvindo isto João deu um salto da cama, vestiu-se e foi ter com o pai Natal que estava a comer. -Senta-te e come o pequeno-almoço que está muito bom! E assim foi… O resto do dia passou numa confusão desgraçada, sempre a dizerem: -João podes chegar aqui? -Pai Natal, pode explicar-me como é que isto funciona? -João passa-me o pincel… E sempre assim até à hora de jantar, aí o silencio invadira a sala. Quem deu começo à conversa foi João depois choviam comentários. -Estás pronto João? -Sim vamos a isso… -Faltam duas horas para partir temos de começar a encher os sacos. Ajudas-nos? -Claro que sim! Depois dos sacos cheios prepararam-se para partir. -Três… acende o nariz Rodolfo. Dois… levantem bem a pata direita. Um… preparadas renas. Zero… vamos, vamos, vamos… -Estou a voaaaaaaar! -Tem cuidado para não caíres! -Ok… -Olha João a tua casa. -Sim já a vejo… obrigado por tudo pai Natal! -Não tens de agradecer, agora vai! João saltou e caiu mesmo em frente à porta de sua casa… bateu à porta e qual não foi o seu espanto quando lá dentro estavam os seus pais, avós, tios e primos todos preocupadíssimos com a sua ausência. João explicou tudo e todos ficaram felicíssimos por ele ter voltado… a partir daí a sua vida nunca mais foi a mesma. Trabalho realizado por: Raquel, 5º B

Os nossos pequenos autores.

Uma noite mágica Acabou de entrar o Inverno! Faz frio e vento, não gosto nada deste tempo! Quem me dera aqueles dias de sol, em que passava o tempo solto, a passear, a correr e a brincar! Hoje é sábado e neva tanto, tanto, que o chão está coberto por um manto branco. Finalmente a minha amiga Filipa! Sei que ela não vai brincar comigo… mas espero, que se for como no ano passado, vá fazer um boneco de neve muito engraçado! Que lindo boneco! É pena que esteja a chegar a noite e a animação vai acabar, ohhh, o melhor é ir dormir! -Pssiuu, pssiuu, Buggy acorda! Ainda estava meio adormecido quando ouvi chamar por mim. Olhei para a casa da Filipa e as luzes estavam desligadas, de certeza que não foram eles. -Pssiuu, pssiuu, Buggy estou aqui! Olhei novamente para o lado e apercebi-me que estava a chamar-me o boneco de neve que a Filipa tinha feito. Acreditem! Era mesmo ele a falar! Ganhou vida como num toque de magia!!! -Olá, eu sou o Neves! O boneco que torna os sonhos em realidade, as tristezas em alegrias e o sofrimento em contentamento. Sei que estás triste Buggy, conta-me! -Eu não estou triste porque me tratam mal, muito pelo contrário, os meus donos são muito meigos e acolhedores. -Mas então por que é que estás assim tão triste? -Tinha eu um mês de idade quando me separaram do meu irmão Sultão. Desde então que tenho muitas saudades. O meu maior sonho era vê-lo de novo, mas ele foi para uma terra tão distante!!! -Buggy, nada nesta vida é impossível! Vou soltar-te e vamos fazer uma viagem mágica, da qual nunca te esquecerás! Vais encontrar o que mais amas! O teu irmão! E poderás passar com ele toda a noite! É de manhã, o sol brilha apesar do frio, olho para o lado e … o meu amigo Neves derreteu. Nunca mais me vou esquecer desta noite mágica! Encontrei o meu irmão que estava bem bonito e bem tratado e conversámos muito sobre os anos em que estivemos separados. Sim, o meu sonho foi realizado!
Trabalho realizado por: Filipa Santos , 5º B

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

DIA DOS NAMORADOS

Guarda, 14 de Fevereiro Querido namorado Hoje é dia de S. Valentim, quero dedicar-te com muito mimo estes poemas. Simplicidade é ter o céu e só querer uma estrela. Simplicidade é ter o mar e só querer uma gota. Simplicidade é ter o mundo e só te querer a ti. Importante, não foi o dia em que te conheci, mas sim em que passaste a fazer parte do meu coração. Que tudo na tua vida brilhe como os teus olhos, seja maravilhoso como o teu coração e tão lindo como tu! Vanessa Paula, 5º B P.S.: Neste dia especial Um beijinho Com muito carinho!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

RESULTADOS DO CONCURSO DE ORTOGRAFIA

Publicamos os nomes das felizes vencedoras do concurso de ortografia "Só letras": Raquel Dinis Fonseca , nº 15, 5º B Ana Teresa Robalo, nº1, 6º A Os prémios serão entregues no final do ano letivo.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

FEIRA DO LIVRO


De 12 a 16 de dezembro decorreu a Feira do Livro na nossa biblioteca. Este evento, muito apreciado por alunos, professores e funcionários, permitiu o contacto com livros de várias áreas e temáticas.
Além de estarem programadas visitas acompanhadas pelos respetivos professores, os alunos puderam ainda visitar-nos nos seus intervalos e tempos livres.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Pequenos autores (continuação)



O velhote renovado

Era uma vez, um pequeno velhote chamado Agostinho que vivia numa terra muito pequenina, seus habitantes eram poucos, enfim uma terra pobre!
Agostinho já estava a ficar sem forças e sem memória, mas nunca se esquecera de uma lenda de há muitos anos, ”secreto tesouro”, o elixir da longa vida.
Mas de repente, apareceu dos céus uma forte luz e com ela uma vitrine fechada que continha o “anel da esperança”. Esse anel tinha gravuras do passado onde pessoas com muita glória tinham estado.
Agostinho sabia que algo o ajudaria a chegar ao destino pretendido, mas não se recordava.Então, para se acalmar, inspirou….., relaxou e pensou. Sim, isso o ajudou, era o tapete das “Terras únicas”.
Seguiu viagem, mas durante o caminho encontrou perigos.
Imensos piratas rufias, antipáticos achavam que aquele sitío era deles, mas com muita paciência e tolerância conseguiu fugir deles.
Finalmente, chega ao lugar onde está o que procura. ”A Grande gruta sem fim”. Essa gruta, apesar de não ter fim, era coberta de gelo e alguns diamantes e pérolas. Mas, não teve sorte, na gruta estava um grande adversário. Um enorme e poderoso dragão, com três cabeças, quatro pés…
Agostinho corre grande perigo, porque é ferido. Já por ele era tão fraco e ainda por cima o dragão tinha-lhe dado um empurrão tão forte !!!!!
Como ficaria Agostinho?
Mas tudo acaba bem, graças a alguém que luta por ele. O dragão fica ferido e cai sobre o chão.
Por fim, Agostinho consegue encontrar o “elixír da longa vida”. Bebeu um pouco, de repente tornou-se jovem e ficou com muita força.
Agostinho que antes não poderia fazer nada pela sua terra, agora ajuda-a e transforma-a numa linda vila verdejante.
A partir daí tinham dinheiro, bonitas roupas e muita comida.



Raquel, 5ºB