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domingo, 13 de novembro de 2016

TRABALHOS DA TURMA 4B-CES NO ÂMBITO DO MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

Ana Carolina e Gabriela
Ana Carolina e Gabriela


Era uma vez um Lobo Mau que se achava capaz de comer todos os animais, Capuchinhos Vermelhos e avozinhas muito duras. Ele dizia querer ser pior e que o escritor lhe tinha dado cabo da reputação.
Antigamente ele sonhava ser tigre e ter os dentes afiados para quando abrisse a boca toda a selva tremer. Um dia, disse ao pai que queria ser tigre, o pai riu-se dele e disse-lhe que se deixasse de sonhos e que era melhor pensar no futuro.
Passado pouco tempo, o pai levou-o à casa de um escritor, que estava em crise, sem ideias, sem inspiração e sem vontade de escrever. Este escritor era velho, olhou o Lobo de cima a baixo, agarrou nele e colocou-o no livro em estava a trabalhar. Quando escrevia soltava espirros que sujavam o Lobo. O escritor foi rápido a escrever o livro, porque o Lobo comeu uma avó e depois veio um lenhador que lhe abriu a barriga com uma faca.
Com a história terminada, o escritor mandou fazer as ilustrações na tipografia, mas o Lobo não gostou, dizia que não era ele.
Com o livro já nas prateleiras da biblioteca, o Lobo continuava a achar a sua vida uma pasmaceira. Cada vez que alguém abria o livro, o Lobo tinha de representar a história do Capuchinho Vermelho. Cansado de representar a história tantas vezes, o Lobo decidiu abandonar o livro e o escritor.
Assim que conseguiu fugir, ele começou a andar pelo mundo, queria ser um Lobo Mau e queria arranjar companheira para construir família.
A vida do Lobo não correu bem. Ele procurou o bosque mas encontrou uma cidade cheia de trânsito. Também encontrou uma menina que ele queria assustar mas não conseguir. Ela até lhe deu carinho e o Lobo voltou a fugir. De seguida, encontrou um cientista que era amigo do ambiente e lhe disse que era um animal em vias de extinção. Mais uma vez o Lobo não gostou. Então, o Lobo resolveu voltar para as histórias, pois sempre assustava os leitores e mantinha a sua identidade.
João Varandas

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

TRABALHOS DA TURMA 3A-CES NO ÂMBITO DO MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

O livro "Memórias de um Lobo Mau" fala da ma-fé do lobo. Cada autor faz a história à sua maneira, se quer que as personagens sejam más elas serãoo, se quer que as personagens sejam boas também o serão.
As histórias onde o Lobo tem má-fé são "O Capuchinho Vermelho", "Os Três Porquinhos", "Os Sete Cabritinhos", "Corre Corre Cabacinha" ... Nestes casos, estava zangado com a situação e é mau, tenta enganar as personagens.
As histórias não são reais, são imaginarias. Cada um pode dar asas à sua imaginação e construir uma bela história.
Um dia, o Lobo resolveu abandonar o livro e construir a vida à sua maneira, queria viver a realidade, mas achou-a estranha, pois às vezes as coisas corriam-lhe bem outras vezes não. Experimentou viver na cidade mas não gostou.
Um amigo da natureza resolveu ajudá-lo por ser um animal em vias de extinção e ele ficou revoltado. Resolveu regressar ao bosque onde encontrou o Capuchinho Vermelho que lhe falou com muito carinho, mas ele ficou desconfiado. Gostou da vida do bosque, procurou comida para comer e queria ter uma família feliz.
Como é bem ler livros! Aprendemos coisas novas, ficamos a conhecer mais vocabulário e a nossa imaginação fica enriquecida.
Texto coletivo


Bruno Mendes



Martim Rebelo

Afonso Rasteiro


Martim Nunes

domingo, 6 de novembro de 2016

TRABALHOS TURMA 4C-CES NO ÂMBITO DO MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

MEMÓRIA DE UM LOBO MAU
Num dia radiante de sol, uma menina bonita, chamada Rapunzel, passeava com a sua família. Foram ao bosque fazer um piquenique.
Quando estavam a acabar de comer, ouviram ruídos. Assustados, levantaram-se devagar para ver o que se passava.
- Auuu! Auuu! - uivou o lobo lá longe.
- Quem está aí? - perguntou Rapunzel.
O lobo não ouviu, então preparou-se e foi ter com eles para os comer. Quando chegou junto deles, a menina perguntou-lhe:
- Porque és mau para as pessoas que não te fazem mal?
- Eu faço mal às pessoas porque não tenho o que comer - respondeu ele com alguma vergonha.
- Eu sou da realeza, vou levar-te para o meu palácio e dou-te de comer e abrigo.
- Está bem, aceito a tua ajuda e prometo que não vou fazer mal a ninguém - disse ele concordando.
Eles foram todos para o palácio e prepararam-lhe um grande banquete.
Ficaram amigos para sempre e o lobo tornou-se amigo das pessoas.
Margarida

MEMÓRIAS DE UM LOBO
Era uma vez o Lobo Mau da história do Capuchinho Vermelho. Estava farto de participar neste conto porque estava farto de correr e decidiu sair. Foi para a cidade. Estava feliz porque comia galinhas e mais galinhas, bifes e mais bifes.
Um dia, o amor da sua vida apareceu. Era uma lobinha muito jeitosa, com um laço brilhante na orelha e muito mazinha. O Lobo Mau foi logo ter com ela. Falaram durante uma hora e marcaram o seu primeiro encontro.
O dia chegou. Estavam os dois muito nervosos e muito giros. 
Passados dez minutos, foram comer, quer dizer, caçar. Não foram necessários dois encontros para os dois lobos perceberem que eram almas gémeas.
Passados dois dias, foi o casamento. Estavam lá todos os lobos da floresta. A festa de casamento durou três dias
Passados dois anos, as duas almas gémeas tiveram uma  dúzia de lobinhos que lhes "deram cabo da cabeça"! Eram tão irrequietos que o Lobo Mau passou o resto da sua vida a correr atrás deles.
Maria Marques

AS MEMÓRIAS DE UM LOBO
O lobo já estava farto de desempenhar sempre o mesmo papel. Uma vez, quando ia a passar na rua, apercebeu-se que os meninos já não tinham medo dele. Ia a sítios onde as pessoas gozavam com ele e diziam ser muito magrinho. Então, ele só comia, comia ... mas atenção, também ia ao ginásio e ficou todo musculado.
Um dia, na rua, viu uma loba muito bonita. Olharam um para o outro e ela disse para si própria:
- Oh! Que giro! Nunca vi um lobo assim ...
O lobo estava apaixonado, nem parecia o mesmo. Tropeçou, caiu em cima dela e deram o primeiro beijinho. O lobo muito atrapalhado perguntou:
- Queres namorar comigo?
- Claro que sim - respondeu a loba.
Passados alguns anos, tiveram muitos filhos. O lobo tinha esquecido o papel de mau que sempre desempenhara. Foram uma família muito feliz.
Sofia Matos

SONHOS DE UM LOBO MAU
Era uma vez um lobo que decidiu sair de uma história porque já estav farto de fazer sempre a mesma coisa. E foi para a cidade.
Lá, encontrou uma loba. Assim que a viu ficou todo babado. Ela era alta, tinha pelo castanho, lábios pintados, um vestido vermelho e salto alto. Quando resolveu aproximar-se para falar com ela, já estava muito longe e não lhe pode falar.
Então, teve a ideia de ir procurar uma casa onde ficar, mas ninguém queria ter um lobo em sua casa. Uma loba viu-o sozinho e triste e decidiu ajudá-lo. Ele reparou que era a loba, aquela que ele tinha visto. Ela levou-o para sua casa e deu-lhe de comer.
Passados alguns dias, eles apaixonaram-se  e passado algum tempo a lobinha descobriu que ia ter um bebé. 
Dois meses depois, o bebé nasceu. Era uma menina reguila e chamava-se Francisca. O lobo nunca se arrependeu de ter saído da história.
Ana Rita

O LOBO BOM
Era uma vez um lobo que não era igual aos outros. Quando andava à caça, deixava sempre fugir as presas; quando as crias (não as dele) cresciam, ajudava-as a comer e muitas outras boas e algumas más ações. Mas o importante é que ele era um lobo bom.
Um dia, a alcateia fartou-se das suas atitudes e expulsaram-no. Levaram-no para a grande cidade. As pessoas da cidade adoraram-no tanto que lhe compraram uma casa, não, um casarão e ele tornou-se escritor. 
Um dos primos foi trabalhar com ele. Quando regressou, falou tão bem dele à família, que queria que ele voltasse para casa, mas o lobo não aceitou. Os familiares ficaram tão zangados que lhe destruíram a reputação e substituíram-no pelo irmão gémeo.
Abandonado, o lobo bom, sem água, sem comida, sem casa e sem amigos procurou abrigo na floresta. Lá, encontrou uma menina de capuz vermelho, olhos azuis e cabelo castanho. O lobo pensou "Mas é a menina do Capuchinho Vermelho das histórias que me contavam em crianças. Se for ela deve conduzir-me a casa da avó." Assim foi.  Quando o caçador chegou, já o lobo tinha fugido para o bosque encantado, pois a avó era tão magrinha que só lhe tinha ocupado metade da barriga.
Já no bosque, encontrou a mais bela loba que já tinha visto na vida. Ela tinha vivido uma história semelhante. Não era escritora mas era modelo e tinha sido obrigada a comer a avó do Capuchinho Azul.
Com o passar do tempo, casaram, tiveram filhos e viveram ... espera lá ... o que aconteceu à alcateia? Pois bem, desapareceu e o membro mais novo ainda vive mas não tem nada a não ser o pelo. Agora sim! Viveram felizes para sempre!
Joana Pedro


AS MEMÓRIAS DO LOBO MAU
Eu sou o Lobo Mau e vou contar as minhas memórias. Ora ouçam! 
Eu era um lobo que não era mau e tinha medo de tudo. Por isso, um dia disse:
- Eu quero ser um tigre!
Assim, pus uma armadilha na selva, apanhei cinco tigres, comi-os de uma só dentada e transformei-me num tigre. 
A minha vida melhorou muito, mas as melhores coisas podem virar más. Um dia, um caçador, que estava na floresta, atacou-me para me transformar num casaco de peles. 
Foi assim que percebi que os lobos são melhores que os tigres, são mais inteligentes e mais rápidos.
Lucas Paredes

LOBO MAU
Uma vez o Lobo Mau da história do Capuchinho Vermelho quis sair do livro e foi experimentar a vida real. Na vida real, arranjou uma casa, um caro, um emprego e tornou-se milionário.
Um dia, o Lobo Mau foi dar um passeio e encontrou um menino sozinho na rua que tinha perdido os pais. O Lobo ajudou-o a procurar os pais no parque e, depois, no centro comercial, mas não os encontrou. Então, o Lobo Mau disse-lhe que ficasse com ele por uma noite e ele aceitou.
Em casa do Lobo Mau dançaram e jogaram às cartas. Divertiram-se muito. No dia seguinte, foram à polícia. Os agentes descobriram onde morava o menino e levaram-no lá. Tocaram à campainha e a porta abriu-se. Apareceram os pais que correram para abraçar o menino. 
O Lobo Mau deixou cair umas lágrimas de emoção e regressou à sua casa muito feliz.
Afonso

MEMÓRIAS DE UM LOBO MAU
Era uma vez um Lobo que arranjou uma namorada, teve muitos filhos e formou uma alcateia.Os filhos foram crescendo, crescendo, crescendo ... até que, um dia, a mulher morreu.
O Lobo ficou tão triste e sentiu-se tão incomodado que resolveu não contar aos filhos. Contudo, a pouco e pouco, os filhos foram percebendo o que se passava. O pai teve de lhes contar toda a história. A partir desse dia ele mudou, deixou de ser e tornou-se num Lobo Mau.
Acreditam que viveu quinhentos anos? Pois, os filhos iam morrendo  e ele ia tendo outros. Este Lobo Mau tornou-se o rei da alcateia e, nesse mesmo dia, morreu. Fizeram uma cerimónia que durou dois dias e duas noites.
A partir desse dia, o Lobo Mau, no seu túmulo, aprendeu que ser mau era a sua função, por isso, deveria ter feito o que os outros lobos fazem.
Mariana Marcelino Filipe

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

TRABALHOS TURMA 3B-CES NO ÂMBITO DO MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

 

MEMÓRIAS DE UM LOBO CULTO
Era uma vez uma floresta onde havia um lago muito grande e nesse lago nadavam bem lá no fundinho peixes de várias cores.
Perto desse lago vivia um Lobo Mau e, cada vez que se aproximava do lago para beber água, os peixinhos que estavam a comer restos de pão à superfície mesmo sem saber quem era, pois só o viam pela sombra, escondiam-se logo nos corais.
Era um Lobo tão mau, tão mau que queria caçar os peixes! Não era para os comer, apenas era para lhes fazer mal e pô-los na sua coleção de peixes.
Nessa floresta, estava sempre tudo muito escuro. Ainda ninguém lá tinha ido. Nem mesmo ninguém lá tinha vivido. Dizia-se que lá viviam gnomos, mas era mentira. O único habitante que lá vivia era o Lobo., mais ninguém.
Numa noite, o Lobo, enquanto dormia, ouviu um barulho! O que seria? Era apenas um Lobo que tinha medo daquela floresta. Não queria lá estar, mas foi obrigado!
O Lobo viu o outro Lobo e pensou para ele:
- Eu pensava que só eu é que vivia cá! É muito estranho!
Foi ter com o Lobo e disse-lhe: 
- O que estás aqui a fazer na minha floresta?
- Desculpe, senhor Lobo Mau. Eu não queria mas fui obrigado.
O Lobo Mau estava quase a deitá-lo ao chão e de repente teve uma dor no coração. Percebeu logo que era por ser tão mau.Por causa daquela dor o Lobo Mau nunca mais voltou a fazer mal a ninguém, pois quando o fazia voltava a doer-lhe o coração.
E, finalmente, a floresta começou a ficar clara, já lá viviam animais e nunca mais ninguém voltou a ter medo do Lobo.
Autora: Leonor Cairrão

O LOBO BOM
Era uma vez um Lobo que tinha a pele castanha e olhos pretos.Ele encontrou uma menina que se chamava Leonor e que gostava de lobos e pensou que podia levá-lo para casa.Perguntou à mãe e ela respondeu:
- Vou pensar, se calhar!
- Está bem, mãe.
Logo, no dia seguinte, de manhã, depois de ter tomado um bom pequeno-almoço, a mãe disse-lhe que podia ter um lobo.
- Vou buscá-lo.
Correu até ao Lobo, sempre sem parar e levou-o para casa. Deu-lhe um banho e a mãe disse que era giro.
- Também gosto! É muito fofinho! Gosto dos olhos dele que são pretos, são iguais aos meus - disse a Leonor.
- Gosto do amigo brincalhão, é agradável, engraçado e amável - acrescentou a mãe.
- Ele não suja nada!
- Pois não!
- Podemos ir ao Polis, mãe?
- Sim.
Lá iam elas e todas as pessoas diziam:
- Um lobo!
- Ele é um lobo mas não faz mal e também não morde.
- Posso fazer-lhe uma festa? - perguntou uma menina.
- Sim - respondeu a mãe.
- Gosto de ter esta vida com um lobo - pensava a menina.
Autora: Marta Brás

A HISTÓRIA DE UM LOBO CULTO
Era uma vez um Lobo muito mau que vivia num bosque cheio de pássaros, borboletas e lagozinhos com peixinhos dourados. Este Lobo tinha um desejo enorme que era comer capoeiras, velhinhas e rebanhos de ovelhas.
Certo dia começou a sentir-se com muita fome. Então, lá muito ao longe, avistou uma casa de pedra e pensou que poderia viver lá alguém. Por acaso vivia lá uma velhinha sem carne, apenas lhe restava pele e osso. O Lobo nem sequer colocou uma pata dentro dessa casa porque o lobo queria, sim, velhinhas  rechonchudas e gordinhas. Decidiu, então, ir à procura de alguma coisa para comer, mas não encontrou nada!! Pensou melhor e foi para outro mundo onde houvesse mais comida para ele se poder alimentar. 
Porém, isso não aconteceu, apenas encontrou um autor que já era muito velhote e muito alto. O autor agarrou-o no  pescoço e pôs o Lobo sentado numa capa branca. Olhou bem para o lobo e comentou que era um lobo bom para entrar na história que ele estava a construir. Pegou nele e zás, colou-o logo na página e o lobo percebeu que estava noutro mundo que se chamava fantasia. No mundo da fantasia, havia muitas pessoas que ele não conhecia mas esperava habituar-se.
Pelo caminho encontrou uma menina de capuz vermelho com uma merenda no braço.Escondeu-se atrás da árvore e depois saltou para a comer, mas ela não fez nada, apenas ficou pasmada a olhar para ele e mostrou-lhe uma peça de fruta. O Lobo ficou com medo, olhou para um lado, olhou para o outro e encontrou uma velhinha a apanhar batatas. Só foi preciso uma dentadinha e ela já estava na barriga. 
Quando o Lobo foi fazer uma sesta debaixo de uma árvore, houve uma caçador que lhe abriu a barriga e pensou:
- Para eu ficar com este peso na barriga deve ser a velhinha!
Mas eram pedras. Como tinha muita sede, foi ao rio e caiu.
- O meu dia não acabou como eu esperava, mas as aventuras foram boas! - dizia o lobo.
Autora: Íris Costa

O LOBO SIMPÁTICO
Era uma vez um Lobo que era simpático para toda a gente, andava na escola e era muito amigo dos seus colegas. Era simpático, alegre, amigo das pessoas e não fazia mal a ninguém.
Passados alguns meses, o Lobo começou a ficar adulto e ao mesmo tempo ia ficando mais mau para toda a gente. O Lobo, agora que era mau, comia crianças, adultos, velhinhas, galinhas ...
Um dia, o Lobo ia caçar uma velhinha e foi a casa ter com ela. Chegou lá, comeu-a e ficou com a barriga enorme. A pobre velhinha de setenta ano esteve dentro da barriga do Lobo a pedir "socorro, socorro" até que um caçador ouviu e correu até lá.
O caçador chegou lá com uma  faca, abriu a barriga do Lobo e tirou-a. Depois de tirar a velhinha da barriga do lobo, coseram-lha.
E lá ficou outra vez o Lobo esfomeado!
Autor: Simão Ferreira

O LOBO DA FLORESTA
Era uma vez um Lobo da floresta que comia pessoas baixas e pessoas altas e mesmo das mais duras de trincar, sem carne.
Um dia, o pai do Lobo levou-o ao escritor que o pôs no seu livro.Ele queria tentar fazer um ruído mas não conseguiu e o escritor escreveu um texto muito rapidamente. Depois, o Lobo quis sair do livro para a grande cidade e, como não sabia as regras, pensou:
- Bem, a cor verde e tão tranquila e o vermelho é a cor do sangue que significa que posso dar um salto. 
Foi para o hospital e o médico disse-lhe:
- Vamos abrir a barriga dele para ver se tem lá alguma avozinha.
O Lobo desatou a correr pelos corredores e encontrou a saída. Quando saiu, viu um cientista que lhe disse:
- Tem calma, Lobo, eu vou ajudar-te, está bem?
O Lobo com medo aceitou. Quando regressou à cidade ia a atravessar a passadeira e os senhores que estavam dentro dos carros disseram-lhe:
- Já podes passar, Lobo. Não vês que o sinal está vermelho e o sinal para piões está verde? Estás a perceber?
- Sim, muito obrigado.
Cansado da cidade, o Lobo voltou ao livro e encontrou uma menina. Finalmente, conseguiu dar um rugido muito forte, mas a menina não se assustou. Depois deu um rugido baixinho e a menina disse:
- Toma lá um biscoitozinho para comeres, meu lindo.
- Lindo, eu?! Nem pensar, eu sou o rei desta floresta!
Autor: Gabriel Videira

O LOBO MAU
Era uma vez um Lobo metade bom e metade mau e com muitos pelos no corpo. Num dia cheio de sol, o Lobo foi à procura de uma presa e encontrou uma doninha gorda, mas ao tentar comê-la a doninha borrifou-o. Já meio tonto, caiu no chão e ali ficou. Passadas seis horas, acordou muito fraco e foi para casa.
No dia seguinte, foi outra vez à caça e desta vez encontrou um petisco melhor, um carneiro adulto e gorducho. Foi atrás dele muito devagar, mas o carneiro ouviu o Lobo e fugiu a sete pés. O Lobo foi atrás dele mas não o apanhou, era um Lobo com pouca sorte.
Como continuava com muita fome e sede, foi a um fontanário ali perto e bebeu muita água. Do outro lado da fonte, estava um pedaço de carne velho, mas como estava com tanta fome, levou-o para casa e comeu-o de uma só vez. Foi tão rápido que deu um arrote tão grande e forte que a floresta abanou toda.
No dia seguinte, já não teve tanta sorte, não encontrou nada para comer. Estava difícil sobreviver!
Passados alguns dias sem comer, o pobre Lobo, de tão magrinho que estava, foi para casa descansar. 
O tempo passava e, certo dia, o lobo saiu de casa e viu um caçador que se preparava para o apanhar. O caçador ia disparar com a sua arma mas o Lobo tinha uma qualidade, ele era muito forte e fugiu a toda a velocidade.
Um dia, o Lobo estava em casa e ouviu outro Lobo. Saiu de casa e encontrou-o. Ele também era meio bom e meio mau. Juntou-se a ele. Como era muito bom a caçar foi com ele. A caçada correu bem e o Lobo comeu tanto que ficou com uma barriga enorme.
Foi assim a vida do Lobo a partir desse dia.
Autor: Lucas Carreira

O LOBO DO CAMPO E O LOBO DA CIDADE
Era uma vez um Lobo novo, pequeno e magro que sonhava um dia ser muito assustador. Para isso, tentou começar por comer umas quantas galinhas, uns quantos rebanhos, umas quantas meninas e velhas gordas e duras. Andou algum tempo a comer várias pessoas e animais mas não passava de um lobo como outro qualquer. Então, decidiu falar com o seu pai, que era um velho alto, magro e com muita experiência. 
- Pai, preciso muito de mudar de vida, gostaria de ser o lobo mais mau e assustador que algum dia se ouviu falar.
- Meu filho, para isso seria melhor procurares um escritor de livros de histórias. Ele mora na casa verde ao fundo da segunda rua.
Assim foi o Lobo rua abaixo, de rabo levantado e os dentes prontos a dar uma mordisquinha. Bateu à porta e saiu de lá um velho ranhoso, mal vestido e desajeitado que lhe disse:
- Coitadinho do Lobo! Tão magro e tão novo que não sei que história inventar para ti.
- Sou um Lobo novo e magro mas já comi muitas ovelhas e muitas velhas gordas e duras.
- Podes entrar que já me ocorre uma história sobre ti.
O velho pensou, pensou e logo se lembrou que poderia fazer uma história como nunca se tinha contado. Obrigou o Lobo a comer de duas em duas horas para ele ficar mais gordo e crescer mais. Depois treinou os seus saltos para serem mais assustadores. Começou a escrever a história de um lobo que andava no bosque e encontrou uma menina que perseguiu e, no fim, comeu a sua avó inteira.Todos os dias se repetia a mesma história, o que fez com que o Lobo fugisse para longe da casa do escritor e perdeu-se.
Olhou para todo o lado e via coisas com rodas de um lado para o outro e luzes a piscar cores verdes e vermelhas. Desesperado e sem saber o que fazer ficou ali muitas horas até aparecer um Lobo doce e bondoso que lhe disse:
- Sei que estás perdido, mas eu vou ensinar-te a seres muito feliz nesta cidade.
Assim foi. O Lobo Perdido, com o Lobo Bom e bondoso, conheceu tantas coisas novas e diferentes, todos os dias comia carne diferente o que o fez lembrar os tempos em que comia velhas duras e que engolia inteiras. Encontrou uma loba que fez dele o lobo mais  horrível e assustador de sempre.
Autora: Laura Beatriz Birra


MEMÓRIAS DE UM LOBO MAU
O Lobo chateado de viver no livro foi para a cidade mas achou tudo uma grande confusão. Quando se apercebeu era um lobo mau cheio de medo. Estava tão assustado que confundiu a cor dos semáforos e quase foi atropelado.
Finalmente, chegou a um pequeno bosque que tinha muitos animais que lhe fizeram água na boca, mas logo foi atacado por um cisne. 
Enquanto fugia, encontrou uma menina muito parecida com a da história de onde tinha fugido. Preparou-se para a atacar mas ela nem estremeceu e até sorriu com um ar muito simpático.
Furioso com aquela reação, o Lobo voltou a preparar um novo ataque mas não resultou. O Lobo fugiu dali. Durante a sua fuga, encontrou um cientista defensor do ambiente que o queria proteger.
Depois de todas estas aventuras, o Lobo Mau resolveu regressar às histórias do escritor que o inventou.
Autor: Diogo Guerreiro

UM LOBO BONDOSO
Era uma vez um Lobo Bondoso que respeitava o ciclo da vida ao contrário dos lobos mauzões. 
Num dia de sol brilhante, o nosso lobo foi passear pela floresta para caçar alguma coisa. De seguida, foi para a sua belíssima toca para comer a presa que conseguiu caçar.
No dia seguinte, encontrou uma estrada feita de alcatrão, mas não podia deitar-se nela porque à sua frente estava um arame farpado que dava choques elétricos. Ele tinha medo daquilo por isso nem se atreveu a tocar-lhe.
Quando se foi embora, estava muito triste e sentia-se muito sozinho, por isso foi arranjar amigos para brincar porque era muito brincalhão. Encontrou um esquilo traquina que também era, como ele, brincalhão e até se divertiram em corridas loucas.
Na floresta, havia um lenhador chamado Duarte a quem o Lobo atribuía o nome de Bicho Carpinteiro. Ele passava os dias e as noites a cortar árvores super, hiper grandes e o nosso animal estava preocupadíssimo porque tinha medo que lhe caísse em frente da toca um tronco e, nesse caso, ficar lá preso.
Por fim, o Lobo arranjou uma defesa, um castor amigo que roeria o tronco. E assim o Lobo ficou mais à vontade, vivendo feliz no seu habitat.
Autor: Martim Pereira


MEMÓRIAS DE UM LOBO CULTO
Eu, o Lobo, gosto de comer galinhas, meninas gordinhas, velhas mas são quase todas de pele e osso.
Quando fui para as mãos do escritor, a ilustradora fez o meu retrato mas parecia um cão, só o meu nariz estava desenhado na folha. A gráfica imprimiu um livro, que foi para a prateleira. Um garoto chamado Luís comprou-o e todos os dias o abria. Um dia, preparei as coisa e fui-me embora conhecer o mundo. Vi um sinal verde e outro vermelho. Quando apareceu vermelho passei e quase fui atropelado. Levaram-me para o hospital. Disseram que era melhor abrir-me a barriga. Saltei da mesa até encontrar a saída.
Então, decidi voltar para o livro.
Autora: Anaísa

O LOBO E A AVOZINHA
Era uma vez um lobo que gostava muito de comer pessoas e crianças baixas e crescidas.
Um dia, viu umas meninas que estavam a brincar mas para não o verem escondeu-se. Passado algum tempo, o Lobo viu uma avozinha que não tinha carne, era muito seca. Desistiu de a comer.
Tempos depois viu uma livraria com a sua cara, quer dizer, com o seu focinho. Entrou mas depois saiu. O Lobo já estava mesmo farto de viver naquele lugar. Então saiu de lá. O senhor chamou-o mas ele não lhe deu ouvidos. Ele queria ir  para uma vida melhor, porque lá a comida era sempre o mesmo.
Na cidade, o Lobo pensava que no semáforo vermelho se podia avançar e que no verde era para parar. Teve um grande acidente. Como o Lobo não queria ir para o hospital, fugiu.
Autora: Mariana da Costa

LOBO MAU
Era uma vez um Lobo Mau que queria ser um tigre pirata que gostava de dar um grande grito. Uma vez, o pai levou o Lobo Mau a casa de um escritor que, como estava muito doente, estava a tossir e a espirrar, fazendo saltar um bocado de tinta para cima do Lobo.
O Lobo decidiu ir para a reprografia mas como a ilustradora desenhava mal, o Lobo parecia um cão e ficou dentro do livro que seguiu para a livraria. Todos os dias, o menino abria o livro e o Lobo tinha de fazer a mesma coisa,Ele já estava farto da Capuchinho Vermelho.
Um dia, o Lobo Mau decidiu ir embora da história. Quando chegou à cidade todos tinham medo do Lobo Mau.
Autora: Carlota Gonçalves

MEMÓRIAS DE UM LOBO CULTO
Era uma vez um Lobo Mau que se chamava Trovão. Ele era capaz de comer tudo o que fosse carne: pessoas, aves, lebres ...
Foram passando dias, meses e anos ... até que houve um dia em que o lobo descobriu um belo rebanho. 
Planeou o dia apropriado para comer aquela bela merenda. Quando chegou esse dia, naquela hora, naquele momento, o lobo sentiu algo, mas ele não queria admitir. Naquele momento, desistiu de atacar o rebanho.
Passaram tempos e tempos e o lobo não dizia nada.
Certo dia, foi a um campo e um jovem coelho perguntou-lhe se sentia amizade, pois ele sabia que podia fazer o lobo bom.
O coelho sempre acreditou que ele tinha um belo coração. O lobo sentiu algo e admitiu que já não queria ser um lobo mau. A partir dali, o lobo foi tendo amigos, já não o tratavam mal. Claro que se sentia bem por, finalmente, deixar de ser mal-tratado. Divertiram-se imenso e foram tão amigos que ninguém podia imaginar.
O que tem de estranho um coelho ser amigo de um lobo? Mas isso não interessa! O que interessa é que consegui que ele fosse generoso e amigo. Agora temos um lobo bom companheiro e o melhor de tudo é que já não precisamos de ter medo. O lobo também ficou muito contente por ter finalmente amizades.
E assim fiz um belo e muito bom amigo e companheiro.
Autor: Simão

MEMÓRIAS DE UM LOBO CULTO
Era uma vez um Lobo Mau que gostava de ir para a cidade mas o pai não queria. O pai do Lobo era muito mau. Bem, ele não era mau, era malvado. Como o Lobo queria mesmo ir para a cidade, levou-o para lá de uma vez só. Começou uma nova vida! Comprou uma casa pequena com um quarto, uma casa de banho, uma cozinha ...a vida estava a correr-lhe muito bem.
Mas, num dia misterioso, levantou-se, tomou o pequeno-almoço e foi a um supermercado. Comprou comida e carne. Quando o Lobo Mau chegou à caixa e a senhora que lá estava o viu, ficou muito assustada e gritava muito alto.
O Lobo Mau correu para casa de tão assustado que ficou com as pessoas. A única pessoa de quem não tinha medo era de uma menina de cinco anos que encontrou e que lhe perguntou:
- Ó senhor Lobo, como se chama?
- Eu chamo-me Jorge e tu?
- Eu chamo-me Maria. 
Ficaram amigos e o Lobo Mau ficou feliz. Voltou para casa e, no dia seguinte, voltaram a encontrar-se. Deram um passeio de amigos no parque e ficaram mais amigos que antes.
E assim, o Lobo Mau teve uma boa vida na cidade, muito boa.
Autora: Mariana Videira

O LOBO BOM
Era uma vez um lobo que não era igual aos outros, era um Lobo Bom, diziam assim. Gostava de passear pela floresta. 
Um dia, o Lobo Bom andava a passear e viu uma linda Loba que também gostava de passear. A loba disse-lhe:
- Eu chamo-me Dora e tu?
- Eu chamo-me João.
Eles gostaram um do outro. Quando se aperceberam, andavam sempre juntos. Passado algum tempo, os caçadores iniciaram a época de caça. Os dois lobinhos, quando andavam a fazer um dos seus maravilhosos passeios, forma interrompidos pelo som dos tiros. Então, fugiram, fugiram até que viram um lago e aí decidiram refrescar-se. Enquanto despistavam os caçadores, iam bebendo a água do lago.
Foi quando, por magia, ao beberam a água do lago, se transformaram numa linda leoa e num forte e feroz leão. O leão com o seu rugido medonho afastou os caçadores para sempre.
A natureza está cheia de magia. Magia essa que só consegue entender quem tem bom coração. Os lobinhos tinham bom coração, não faziam mal aos outros animais, por isso a natureza, com a sua impressionante maga, salvou-os.
Ainda hoje se ouvem histórias, na floresta, de dois lobinhos que eram muito bons para toda a gente e que um dia se transformaram em leões.
Autora: Beatriz Castro

terça-feira, 31 de maio de 2016

HISTÓRIAS ESPECIAIS POR MENINOS ESPECIAIS - A FÓRMULA DA PAZ


No tempo em que os caracóis não andavam com a casa às costas, um cavaleiro subiu a uma torre à procura da fórmula da paz.
No País Luminoso vivia um Pirata que estava cansado de viver em guerra e de ser perseguido pela mulher-polícia. Ela tinha ouvido ao seu avô falar de uma fórmula da paz escondida numa torre num país distante. O Pirata era muito gordo, tinha uma perna de pau, uma pala no olho e um gancho na mão. Pegou na sua espada, chamou a tripulação e entraram no barco em direção à torre, na esperança de encontrar a fórmula. Chegaram à torre. Enquanto a tripulação aguardava, o pirata subiu e encontrou o Cavaleiro.
Assim que o Cavaleiro viu o Pirata, assustou-se.
- Calma! Não te assustes! Não te faço mal - sossegou o Pirata.
- O que estás aqui a fazer? - perguntou o Cavaleiro.
- Venho do País Luminoso que está sempre em guerra, por isso venho à procura da fórmula da paz. O meu avô contava-me uma história em criança que falava de uma fórmula. - explicou o pirata.
- Eu também preciso da fórmula. O meu país também está em guerra. Podemos partilhá-la. Como sabes que está aqui? – perguntou o Cavaleiro.
- O meu avô deu-me este mapa. Aqui está a torre e em cima está uma cruz. - dizia o Pirata, apontando o mapa.
De seguida os dois procuraram. Escavaram no chão e encontraram um frasco de vidro com um rolinho de papel no interior. Abriram o frasco, tiraram o papel e desenrolaram-no. Leram o que estava escrito e perceberam que era a fórmula da paz:
RESPEITO PELA LIBERDADE DO OUTRO.
- Encontrei! Encontrei! - gritou o Pirata com satisfação, olhando pela janela.
A tripulação dava pulos de alegria.
- Como vamos fazer? - preocupou-se o cavaleiro.
- Tenho aqui o mapa e copiamos a fórmula atrás. - sugeriu o Pirata.
- Toma a minha pena. - ofereceu  o Cavaleiro.
O Pirata copiou a receita e guardou-a no bolso do casaco.
Despediram-se com um grande abraço. Desceram as escadas da torre. O Cavaleiro montou no cavalo e o Pirata juntou-se à sua tripulação. Cada um regressou à sua terra com esperança de acabar com a guerra.
E depois… foram-se as vacas e ficaram os bois.

terça-feira, 26 de abril de 2016

HISTÓRIAS ESPECIAIS POR MENINOS ESPECIAIS

No âmbito do Projeto Histórias Especiais por Meninos Especiais, os alunos produziram a história "O Rapto no Vale das Neves" que foi, posteriormente gravada.



Há muitos muitos anos, uma menina chamada Inês queria encontrar o pai, porque tinha saudades dele. O pai, o senhor Pedro, que era bombeiro, tinha ido para um país distante, no Vale das Neves.
A meio do caminho, a Inês encontrou um homem com um grande saco azul que a agarrou, a raptou e a levou para o Vale das Neves, prendendo-a no seu iglu.
O senhor Pedro, sabendo do rapto da filha, teve que ir à sua procura. Entretanto, recebeu um telefonema do ladrão, que lhe disse que tinha a sua menina. Muito aflito, sem saber como ajudar a filha, perguntou ao raptor o que ele queria.
- Eu quero mil euros em troca da tua filha – respondeu o raptor.
- Onde podemos fazer a troca? perguntou o pai desesperado.
- Leva o valor combinado e dirige-te ao senhor do Café Atual. Entrega-lhe a mala. ordenou o raptor.
O Pai da menina entregou a mala ao senhor do café, o senhor António, e perguntou-lhe como podia recuperar a sua filha.
- Não sei! disse o senhor António.
O pai da menina sentou-se no café à espera que alguém viesse buscar a mala. De repente, vê um senhor aproximar-se e levar a mala. Levantou-se de imediato e foi conversar com ele.
- Onde está a minha filha? – perguntou o pai muito nervoso e muito apavorado.
- Acompanha-me até ao carro! – ordenou.
O pai acompanhou o ladrão até ao carro e viu a sua filha lá dentro. Entretanto, ouviam-se as sirenes da polícia, pois o pai já os tinha alertado sobre o rapto.
Assim que a menina viu o pai, saiu do carro e correu para os braços dele. Oxalá que tudo lhe corra bem e a nós também. 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

OFICINA DE ESCRITA COM DANIEL ROCHA


O professor/ escritor Daniel Rocha dinamizou duas sessões de Oficina de Escrita com os alunos do 7.º A. Após lhes falar sobre o processo de criação, desafiou-os a escrever. Os alunos iniciaram a construção da história na primeira sessão e partilharam-na com o grupo na segunda sessão. O dinamizador deu sugestões para melhoria dos textos escritos que serão posteriormente apresentados.

sexta-feira, 25 de março de 2016

O BALÃOZINHO VERMELHO DE IELA MARI

História produzida a partir das ilustrações de "O balãozinho vermelho" de Iela Mari










História 1: 
Quando o Leandro arrumava o seu quarto, encontrou um balãozinho vermelho. Ele decidiu ir para o jardim brincar com o balão. Pegou nele e começou a enchê-lo até ficar muito grande. Mas o balão escapou-se-lhe das mãos e o Leandro ficou de boca aberta. O vento levou-o para o cimo de uma árvore e ficou preso num ramo.
Leandro olhou para o ramo e imaginou uma maçã vermelhinha e saborosa. O balão, semelhante a uma maçã, soltou-se do ramo e foi parar a um lugar onde havia pedras, flores e folhas.
- Que coincidência encontrar uma borboleta vermelhinha da cor do balão e da maçã!
A linda borboleta voava por entre as folhas e as flores, pousando numa flor caída, dando origem a um trevo.
No bosque, Leandro fixou o trevo avermelhado, pegou nele e levou-o para lhe dar sorte. Começou a chover e ele pediu ao pequeno trevo que se transformasse num guarda-chuva para poder ir para casa.

Ana Filipa Lourenço, 3B
Centro Escolar da Sequeira

História 2:
Era uma vez um menino chamado Zé Maria. Vivia numa pequena aldeia chamada Azinhaga. Era alto, simpático e muito brincalhão. Aquilo que mais gostava de fazer era magia! Gostava muito de transformar tudo em que tocava.
No dia em que o Zé Maria festejava o seu aniversário recebeu pastilhas de morango, as suas favoritas. Começou a mastigar uma e fez uma bola. Ficou surpreendido pois nunca tinha feito uma daquele tamanho! Tinha começado por fazer uma pequenina que se transformou numa enorme. Parecia mesmo um balão!
Zé Maria ficou espantado, a sua pastilha tinha-se transformado numa bola voadora. Graças aos poderes mágicos do Zé ganhou um fio e transformou-se num verdadeiro balão.
Certo dia, o fio transformou-se no pau de uma bela maçã vermelha. Era o paraíso vermelho! No dia seguinte, o vento como era muito forte, deitou a maçã ao chão. Graças a uma pedra, a maçã partiu-se e transformou-se numa linda borboleta.
A magia do Zé andava mesmo pelo ar. A borboleta começou a ganhar uma forma esquisita … Finalmente, num prado triste e sem cor pousou a borboleta e transformou-se numa flor de cor vermelha. Quando a magia parecia acabar, pois a flor estava a murchar, o Zé pegou-lhe rapidamente com muita delicadeza. Entretanto o vento e a chuva surgiram e a flor transformou-se num belo guarda-chuva vermelho.
Este grande guarda-chuva protegeu o menino Zé que adorou toda esta magia.

Mariana Filipe, 3C
Centro Escolar da Sequeira

História 3:
O Luís foi ao café comprar uma pastilha e com ela fez um balão.
O balão voou, voou até parar numa árvore, transformando-se numa maçã. Caiu do ramo e transformou-se numa borboleta muito colorida. A borboleta foi parar a um campo cheio de flores e transformou-se numa flor.
Por fim, uma menina chamada Catarina apanhou a flor e fez dela um guarda-chuva muito giro.

Ana Rita, 3C
Centro Escolar da Sequeira


A PESCA DE BEATRICE RODRIGUEZ

História produzida a partir das ilustrações de "A pesca" de Beatrie Rodriguez










História 1:
Era uma vez uma galinha chamada Silvina, que vivia com a raposa Sorridente e o Caranguejo Pinças. Eram amigos inseparáveis.
Certo dia, a Sorridente reparou que não havia nada para comer. Silvina, a mais aventureira, decidiu ir com o Pinças procurar comida. E assim foi, Sorridente tomaria conta do ovo da sua amiga enquanto os dois pescavam. Sentaram-se numa rocha com muita paciência à espera que o peixe mordesse o isco. Passadas algumas horas, pescaram um peixe bem gordinho. À espreita estava uma águia que os arrastou aos três até ao seu ninho. Lá dentro estavam três passarinhos esfomeados. Depois de muito lutar conseguiram livrar-se e caíram ao mar. Um monstro marinho precipitou-se para eles e tentou roubar-lhes o seu peixe. Lutaram, lutaram e conseguiram vencê-los. Arrastaram-no até à costa e muito felizes correram para cantar a boa notícia.
Encontraram um cenário assustador, o ovo estava partido e quando se dirigiram para a amiga raposa viram que um pintainho tinha nascido.
Essa noite, festejaram com um churrasco a amizade das três. E viveram felizes para sempre …
Joana Pedro, 3C
Centro Escolar da Sequeira

História 2:

Um dia, uma galinha chamada Miquelina pôs um ovo e pediu à sua amiga raposa para cuidar do ovo enquanto ia pescar.
Estava Miquelina sentada num rochedo e de repente sentiu a sua cana de pesca mexeu-se. Era um peixe enorme! Passados alguns minutos uma gaivota agarrou o peixe, mas a galinha para não o perder nunca largou a cana. Andou pelo ar … andou pelo mar e ao ninho da gaivota foi parar.
Depois ela atirou-se ao mar mas o cheiro do peixe atraiu um monstro marinho que andava ali por perto, mas a Miquelina não conseguiu escapar e o monstro agarrou o peixe. A galinha que era corajosa, amarrou a cama de pesca à volta da boca dele e ele acabou por cair na praia.
A galinha, quando chegou a casa, viu o ovo partido e ficou tão furiosa que quase batia na raposa. A raposa disse à Miquelina que o seu filho estava vivo e de saúde. Então, fizeram uma festa a desejar as boas vindas ao seu filho.
Maria Miguel Monteiro, 3C
Centro Escolar da Sequeira

LADRÃO DE GALINHAS DE BEATRICE RODRIGUEZ

História produzida a partir das ilustrações de "O Ladrão de Galinhas" de Beatrie Rodriguez





O urso e o coelho acordam de madrugada. Enquanto comem, uma raposa rouba uma galinha e eles começam a gritar a chamar por ela. Todos correm atrás da raposa. Dia e noite, sempre a correr até que chega o momento em que ficam cansados e param para dormir.
De manhã voltam a andar atrás da raposa, sobem uma montanha, mas chega o momento em que a raposa se enfia por um túnel e ninguém consegue entrar. Passam lá a noite toda.
De manhã, a raposa acorda e foge num barco. Os três amigos vão atrás dela.
Chegam a casa da raposa todos molhados e veem a raposa com a galinha. Derrubam a porta e encontram os animais a beber chá e começam a discutir, mas de repente a raposa convida-os a beber chá e ficam todos amigos. 
Então o urso, o coelho e o galo deixam a raposa ficar com a galinha.


Gabriela Martins Ferreira 3B,
Centro Escolar da Sequeira